O Exército Brasileiro anunciou que vai reduzir o número de vagas no Curso de Ações de Comandos e retirar o curso de operações psicológicas do Comando de Operações Especiais, conhecido como COpEsp. Essa decisão foi tomada após uma análise de dois meses e busca corrigir a autossuficiência excessiva da unidade, que foi criticada após a tentativa de golpe em 2022. O Estado-Maior da Força Terrestre percebeu que o COpEsp, que fica em Goiânia, estava agindo como um “exército dentro do Exército”. O general Richard Nunes, chefe do Estado-Maior, decidiu transferir o curso de operações psicológicas para o Centro de Estudos de Pessoal no Rio de Janeiro e diminuir as vagas no curso de comandos de setenta para quarenta e oito. Além disso, um grupo de trabalho está preparando um relatório para sugerir a redução das organizações militares do COpEsp, mantendo apenas as unidades principais. Essas mudanças são uma resposta à indisciplina e à quebra de hierarquia que surgiram durante as investigações sobre a tentativa de golpe. As operações ilegais realizadas por alguns militares foram investigadas pela Polícia Federal, e os generais acreditam que essas mudanças são necessárias para restaurar a disciplina e evitar que ações fora da cadeia de comando aconteçam novamente. A situação política atual pode dificultar essa recuperação, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando.
O Exército Brasileiro anunciou a redução de vagas no Curso de Ações de Comandos e a retirada do curso de operações psicológicas do Comando de Operações Especiais (COpEsp). A decisão, tomada após dois meses de estudos, visa reverter a autossuficiência excessiva da unidade, que foi criticada após a tentativa de golpe em 2022.
O Estado-Maior da Força Terrestre identificou que o COpEsp, localizado em Goiânia, operava como um “exército dentro do Exército”. O general Richard Nunes, chefe do Estado-Maior, determinou a transferência do curso de operações psicológicas para o Centro de Estudos de Pessoal (CEP) no Rio de Janeiro e a diminuição das vagas no curso de comandos de setenta para quarenta e oito.
Além dessas mudanças, um grupo de trabalho está elaborando um relatório para propor o enxugamento das organizações militares do COpEsp. As unidades centrais, como o 1.º Batalhão de Ações de Comandos e o 1.º Batalhão de Forças Especiais, devem ser preservadas. A reestruturação é uma resposta à indisciplina e à ruptura da hierarquia que se evidenciaram durante as investigações sobre a tentativa de golpe.
As operações ilegais realizadas por alguns militares, como as operações psicológicas, foram um foco das investigações da Polícia Federal. Os generais acreditam que a mudança na estrutura do COpEsp é essencial para restaurar a disciplina e evitar que ações fora da cadeia de comando se repitam. A polarização política atual pode dificultar essa recuperação, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando.
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