Sarah Wynn-Williams, ex-diretora da Meta, afirmou ao Senado que a empresa criou um sistema de censura para o mercado chinês em 2015, permitindo que o governo chinês controlasse e limitasse conteúdos. Ela disse que os executivos estavam dispostos a comprometer a segurança nacional e os valores americanos para entrar nesse mercado lucrativo. Wynn-Williams criticou o CEO Mark Zuckerberg, questionando sua defesa da liberdade de expressão, enquanto o senador Josh Hawley expressou desconfiança sobre a sinceridade de Zuckerberg e mencionou que a Meta tentou silenciar Wynn-Williams após o lançamento de seu livro, que traz detalhes sobre a empresa. O senador Chuck Grassley destacou que a Meta facilitou o acesso do governo chinês a dados de usuários e considerou construir instalações de armazenamento na China. Um porta-voz da Meta negou as acusações, afirmando que a empresa não opera na China atualmente, embora tenha explorado essa possibilidade no passado. Wynn-Williams também revelou que a Meta restringiu contas de críticos do governo chinês, como Guo Wengui, em resposta a pressões, levantando preocupações sobre privacidade e segurança de dados nos Estados Unidos.
Uma ex-diretora da Meta, Sarah Wynn-Williams, declarou ao Senado que a empresa criou um sistema de censura para o mercado chinês em 2015, permitindo ao governo supervisionar e restringir conteúdos. Durante sua audiência, ela afirmou que os executivos estavam dispostos a comprometer a segurança nacional e os valores americanos para entrar no lucrativo mercado da China.
Wynn-Williams, que trabalhou diretamente com Mark Zuckerberg, criticou a retórica do CEO sobre liberdade de expressão, questionando suas ações em relação à China. O senador Josh Hawley expressou desconfiança sobre a sinceridade de Zuckerberg, afirmando que a Meta buscou silenciar Wynn-Williams após a publicação de seu livro, que revela detalhes sobre a empresa e suas práticas.
O senador Chuck Grassley destacou que a Meta facilitou o acesso do governo chinês a dados de usuários e considerou construir instalações de armazenamento na China. Em resposta, um porta-voz da Meta negou as alegações, afirmando que a empresa não opera atualmente na China, embora tenha explorado essa possibilidade no passado.
Wynn-Williams também mencionou que a Meta restringiu contas de críticos do governo chinês, como Guo Wengui, em resposta a pressões. Documentos internos indicam que a empresa considerou conceder acesso a dados de usuários chineses, levantando preocupações sobre a privacidade e a segurança de dados nos Estados Unidos.
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