O movimento Make Unb Free Again está causando polêmica na Universidade de Brasília, promovendo vandalismo contra críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O grupo, que se considera conservador, afirma que a universidade é dominada pela esquerda. Recentemente, eles cobriram mensagens e desenhos que consideravam ofensivos, o que levou a universidade a aumentar a segurança. O líder do movimento, Victor Jansen, que não é estudante da UnB, busca garantir a liberdade de expressão conservadora no campus e planeja proibir símbolos comunistas e combater o uso de drogas. Jansen recebeu apoio de políticos, como o deputado Hélio Negrão, que ajudou a criar um projeto de lei para aumentar as penas relacionadas ao tráfico de drogas em instituições de ensino. A comunidade acadêmica reagiu com protestos, organizando um encontro para se opor às ações do movimento, e trinta e duas entidades estudantis emitiram uma nota denunciando uma “caça às bruxas”. Devido à tensão, as aulas foram suspensas em uma data de manifestação programada pelo grupo. A reitora da UnB, Rozana Naves, anunciou medidas de segurança, como aumento da vigilância e colaboração com órgãos de segurança pública. O Ministério da Educação também se manifestou, defendendo a autonomia das universidades e condenando movimentos que ameaçam a integridade das instituições de ensino.
O movimento Make Unb Free Again tem gerado polêmica na Universidade de Brasília (UnB), promovendo ações de vandalismo contra críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O grupo, que se autodenomina conservador, alega que a universidade está dominada pela esquerda. Recentemente, cobriram mensagens e desenhos que consideravam ofensivos, levando a universidade a aumentar a segurança.
O líder do movimento, Victor Jansen, de 24 anos, não é estudante da UnB, mas busca garantir a livre manifestação conservadora no campus. Ele também planeja proibir intervenções visuais ligadas ao comunismo e combater o uso de drogas. Jansen ganhou apoio de políticos, como o deputado Hélio Negrão, que colaborou na elaboração de um projeto de lei para aumentar penas relacionadas ao tráfico de drogas em instituições de ensino.
A comunidade acadêmica reagiu com protestos, organizando um encontro em repúdio às ações do movimento. Trinta e duas entidades estudantis emitiram uma nota denunciando uma “caça às bruxas” na UnB, ressaltando a importância da resistência histórica da universidade durante a ditadura militar. O clima de tensão levou à suspensão de aulas em uma data de manifestação programada pelo grupo.
A reitora da UnB, Rozana Naves, anunciou medidas de segurança, incluindo aumento da vigilância e colaboração com órgãos de segurança pública. O Ministério da Educação também se manifestou, defendendo a autonomia das universidades e condenando movimentos que ameaçam a integridade das instituições de ensino.
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