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Polícia Federal realiza mandados de afastamento na Câmara Municipal de Teresina

Polícia Federal avança na operação Escudo Eleitoral e afasta assessores de Tatiana Medeiros, investigada por financiamento ilícito de campanha.

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A Polícia Federal cumpriu três mandados de afastamento e proibição de acesso à Câmara Municipal de Teresina, focando em assessores da vereadora Tatiana Medeiros, que foi presa em abril por suspeita de financiar sua campanha com dinheiro de facções criminosas e verbas desviadas de uma organização social. Os mandados atingem um Assessor Especial da Presidência da Câmara e duas assessorias parlamentares ligadas a Tatiana, mas os nomes dos envolvidos não foram divulgados. A Câmara não comentou a operação. Tatiana, que obteve 2.295 votos para a Câmara Municipal, já havia sido afastada do cargo de secretária-geral do PSB após o início das investigações. Durante sua prisão, ela não se manifestou sobre a operação e, ao ser afastada do PSB, alegou discriminação e falta de um processo legal adequado. As investigações continuam.

A Polícia Federal cumpriu, nesta segunda-feira, três mandados de afastamento e proibição de acesso à Câmara Municipal de Teresina. As ações fazem parte da segunda fase da operação Escudo Eleitoral, que investiga o envolvimento de facções criminosas nas eleições de 2024. Os alvos são assessores da vereadora Tatiana Medeiros (PSB), presa em abril por financiar sua campanha com recursos ilícitos.

Os mandados visam um Assessor Especial da Presidência da Câmara e duas assessorias parlamentares ligadas à parlamentar. A identidade dos envolvidos não foi divulgada pela PF. A Câmara de Vereadores não se manifestou sobre a operação. Tatiana Medeiros é acusada de utilizar verbas desviadas de uma organização social para sua campanha, além de receber apoio de uma facção criminosa.

Tatiana conquistou uma vaga na Câmara Municipal com dois mil duzentos e noventa e cinco votos. Antes de sua prisão, ela já havia sido afastada do cargo de secretária-geral do PSB em Teresina, decisão tomada pela direção do partido após o início das investigações. A vereadora não comentou a operação durante sua prisão.

Ao ser afastada do PSB, Tatiana alegou estar sendo vítima de “discriminação” e afirmou não ter recebido “o devido processo legal” nem “o direito à ampla defesa”. As investigações continuam, e novos desdobramentos podem ocorrer nas próximas semanas.

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