A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que não tem dados sobre violações no uso de câmeras corporais, que são obrigatórias desde junho de 2022. A corporação disse que coletar essas informações exigiria muito trabalho e mão de obra especializada. Em resposta a um pedido de informação, a PM afirmou que não faz levantamentos sobre casos em que policiais desligaram ou obstruíram as câmeras, pois isso seria complicado de analisar. Além disso, não esclareceu se houve relatórios sobre possíveis erros dos policiais ou falhas nas câmeras nos últimos doze meses. A falta de dados sobre o uso das câmeras gera preocupações sobre a transparência e a confiança da população na segurança pública.
A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que não possui dados sobre violações no uso de câmeras corporais, que são obrigatórias desde junho de 2022. A corporação alegou que a coleta dessas informações exigiria um “grande esforço operacional” e mão de obra especializada.
Em resposta a um pedido de informação, a PM afirmou que o levantamento sobre casos em que policiais desligaram ou obstruíram as câmeras não é processado rotineiramente. A análise estatística desses dados implicaria um alto grau de complexidade, segundo a instituição.
Além disso, a PM não respondeu se houve relatórios ou procedimentos internos abertos para apurar possíveis incorreções por parte dos policiais. A justificativa para a falta de informações também se estendeu à frequência de falhas ou violações dos equipamentos nos últimos doze meses.
A ausência de dados sobre o uso das câmeras corporais levanta preocupações sobre a transparência e a responsabilidade nas ações da Polícia Militar. A falta de monitoramento efetivo pode impactar a confiança da população nas instituições de segurança pública.
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