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Promotora é designada para investigar ofensa de promotor a advogada no Amazonas

A ação de Catharina Estrella contra o promotor Walber Luís do Nascimento avança após mais de um ano de impasses. A promotora Tainá dos Santos Madela foi designada para o caso, que ganhou atenção do corregedor-nacional do Ministério Público, Ângelo Fabiano Costa. O promotor, que comparou a advogada a uma cadela durante uma audiência, enfrenta críticas pela demora no processo, enquanto a defesa de Estrella denuncia a sucessão de impedimentos como vergonhosa.

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A procuradora-geral de Justiça do Amazonas, Leda Mara Albuquerque, escolheu a promotora Tainá dos Santos Madela para cuidar do caso da advogada Catharina Estrella contra o promotor Walber Luís do Nascimento. O caso, que começou após Nascimento comparar Estrella a uma cadela durante uma audiência, estava parado há mais de um ano porque vários promotores e um juiz se declararam suspeitos. O corregedor-nacional do Ministério Público, Ângelo Fabiano Costa, se envolveu para entender a demora no processo. A comparação feita pelo promotor gerou grande repercussão nas redes sociais e foi considerada ofensiva. Catharina apresentou uma queixa-crime um mês depois do incidente. O juiz que presidiu a audiência, Carlos Henrique Jardim da Silva, foi punido pelo Conselho Nacional de Justiça por omissão. A defesa de Catharina criticou a atitude dos promotores, chamando-a de vergonhosa e alertando sobre o risco de o caso prescrever. A designação de Tainá dos Santos Madela busca retomar o andamento do processo.

A procuradora-geral de Justiça do Amazonas, Leda Mara Albuquerque, designou a promotora Tainá dos Santos Madela para atuar na ação movida pela advogada Catharina Estrella contra o promotor Walber Luís do Nascimento. O caso, que envolve uma comparação feita por Nascimento durante uma audiência, estava paralisado há mais de um ano devido a sucessivos impedimentos de promotores e um juiz.

O corregedor-nacional do Ministério Público, Ângelo Fabiano Costa, interveio após a situação ser revelada, buscando entender a demora no andamento do processo. A fala do promotor, que comparou a advogada a uma cadela, gerou grande repercussão nas redes sociais e foi considerada ofensiva. A advogada apresentou uma queixa-crime um mês após o incidente.

O juiz Carlos Henrique Jardim da Silva, que presidia a audiência, foi responsabilizado por omissão pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que lhe impôs uma pena de censura em fevereiro. A defesa de Catharina, representada pelos advogados Alberto Zacharias Toron e Renato Marques, criticou a conduta dos promotores, chamando-a de “vergonhosa” e alertando para o risco de prescrição do caso.

O episódio ocorreu em setembro de 2023, durante uma sessão na 3ª Vara do Tribunal do Júri do Amazonas. O promotor Nascimento argumentou que a comparação era uma ofensa ao animal e não à advogada. A designação de Tainá dos Santos Madela visa retomar o processo e garantir a atuação do Ministério Público.

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