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Repressão contra LGBTQIA+ na Rússia se intensifica após morte de empresário do setor turístico

Repressão à comunidade LGBTQIA+ na Rússia se intensifica após a classificação do movimento como "extremista", resultando em prisões e mortes.

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A repressão à comunidade LGBTQIA+ na Rússia aumentou após a Suprema Corte classificar o movimento como “organização extremista”. Um caso emblemático é o de Andrei Kotov, dono de uma agência de viagens, que foi preso e agredido pela polícia, que o forçou a confessar que trabalhava com homens gays. Ele foi encontrado morto na cela, com autoridades alegando suicídio. Desde a invasão da Ucrânia, a repressão se intensificou, com batidas policiais em locais frequentados por pessoas LGBTQIA+. Em novembro de 2023, a Suprema Corte endureceu as penas para ativistas e cidadãos comuns, levando a pelo menos doze investigações sobre “extremismo LGBTQIA+” em 2024. A situação se agravou desde a lei de “propaganda gay” de 2013, que restringiu os direitos da comunidade. A repressão, que antes focava em ativistas, agora atinge cidadãos comuns. A mídia estatal e grupos nacionalistas promovem uma narrativa negativa, aumentando a hostilidade. Pesquisas mostram que a oposição à igualdade de direitos cresceu de 47% para 62% desde 2013. Embora muitos estejam fugindo do país, alguns, como Tahir, afirmam que a Rússia é seu lar e resistem à repressão.

A repressão à comunidade LGBTQIA+ na Rússia intensificou-se após a decisão da Suprema Corte, que classificou o movimento como “organização extremista”. O caso de Andrei Kotov, proprietário de uma agência de viagens, exemplifica essa situação. Ele foi preso e agredido pela polícia, que o forçou a assinar uma confissão sobre sua atividade voltada para homens gays. Kotov foi encontrado morto em sua cela, com autoridades alegando suicídio.

Desde a invasão da Ucrânia, a repressão se agravou, com a polícia realizando batidas em locais frequentados por pessoas LGBTQIA+. Em novembro de 2023, a Suprema Corte reforçou essa repressão, aumentando as penas para ativistas e cidadãos comuns. A organização Human Rights Watch e o grupo OVD-Info relataram pelo menos doze inquéritos sobre “extremismo LGBTQIA+” em 2024.

A situação se deteriorou desde a promulgação da lei de “propaganda gay” em 2013, que restringiu a visibilidade e os direitos da comunidade. A pressão inicial focou em ativistas, mas agora se estende a cidadãos comuns. Denis Olyenik, da organização Coming Out, afirmou que a repressão atinge até aqueles que se distanciam do ativismo.

A mídia estatal e grupos nacionalistas promovem uma narrativa anti-LGBTQIA+, aumentando a hostilidade. Pesquisas indicam que a oposição à igualdade de direitos cresceu de 47% para 62% desde 2013. A comunidade LGBTQIA+ enfrenta um êxodo, mas muitos, como Tahir, resistem e afirmam que a Rússia é seu lar.

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