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Supremo Tribunal Federal condena pipoqueiro e vendedor de sorvete por associação criminosa

STF condena pipoqueiro e vendedor de sorvete por associação criminosa, gerando polêmica e desinformação nas redes sociais sobre os atos de 8 de janeiro.

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O Supremo Tribunal Federal condenou um pipoqueiro e um vendedor de sorvete a um ano de prisão por associação criminosa, após serem mencionados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em um ato a favor da anistia. Os homens, Otoniel Francisco da Cruz e Carlos Antônio Eifler, negam ter participado dos ataques à Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. Eles afirmaram que chegaram a um acampamento em frente ao Quartel-General do Exército após os ataques, mas a Procuradoria-Geral da República argumentou que sua presença no local os ligou ao grupo que tentava um golpe de Estado. A condenação gerou desinformação nas redes sociais, com pessoas questionando se “pipoca e sorvete são armas de golpe”. A pena foi convertida em restrições, como 225 horas de serviços comunitários e um curso sobre democracia, além de proibições de sair de suas cidades e usar redes sociais. A maioria dos ministros do STF apoiou a decisão, enquanto apenas dois pediram a absolvição. As reações nas redes sociais incluem críticas ao que alguns chamam de “manicômio judicial”, e Bolsonaro destacou a condenação como um exemplo de injustiça.

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou um pipoqueiro e um vendedor de sorvete a um ano de reclusão por associação criminosa, após os dois terem sido citados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em um ato pró-anistia. Os homens, Otoniel Francisco da Cruz, de 45 anos, e Carlos Antônio Eifler, de 55, negam participação nos ataques à Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Os condenados afirmaram que chegaram a um acampamento em frente ao Quartel-General do Exército após os ataques, mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) argumentou que sua presença no local os associou ao grupo que buscava um golpe de Estado. A condenação gerou desinformação nas redes sociais, com postagens questionando se “pipoca e sorvete são armas de golpe”.

A pena foi substituída por restrição de direitos, incluindo 225 horas de serviços comunitários e participação em um curso sobre democracia. Além disso, eles não podem sair de suas comarcas nem usar redes sociais até o cumprimento total da pena. A maioria dos ministros do STF seguiu o voto do relator, Alexandre de Moraes, enquanto apenas dois ministros pediram a absolvição.

As reações nas redes sociais incluem críticas ao que alguns chamam de “manicômio judicial”. Bolsonaro, em seu discurso, destacou a condenação como um exemplo da suposta injustiça do STF, afirmando que é “inacreditável” que trabalhadores tenham sido considerados golpistas.

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