O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um decreto que pode reduzir os fundos do Instituto Smithsonian, uma importante instituição cultural do país. Assinado em 27 de março, o decreto exige a remoção de conteúdos que não estejam alinhados com os “valores americanos”, afetando especialmente três museus: o Museu de História e Cultura Africana e Americana, o Museu Nacional de Arte Americana e o Museu de História das Mulheres Americanas. Trump afirma que é necessário “restaurar a verdade” na história americana e critica um suposto esforço para “reescrever a história”. O decreto determina que o Smithsonian deve evitar exposições que “degradem valores americanos” ou promovam ideologias contrárias à legislação federal. O Instituto recebe cerca de 1 bilhão de dólares por ano, sendo a maior parte desse valor proveniente do governo. Após o decreto, o diretor do Museu de História e Cultura Africana e Americana, Kevin Young, pediu demissão, embora sua saída não tenha sido oficialmente ligada ao decreto. Historiadores e associações de educação criticaram a medida, considerando-a uma forma de censura. Uma carta de mais de 31 organizações afirmou que o decreto distorce o trabalho dos museus e a interação do público com suas coleções. Pesquisadores internacionais também se manifestaram contra o decreto, considerando-o um ataque à liberdade de expressão. O antropólogo francês Jean-Loïc Le Quellec destacou que a história americana é complexa e deve ser abordada de várias perspectivas, afirmando que a ordem de Trump ignora a diversidade cultural e busca promover uma narrativa que favorece a supremacia de um grupo específico.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um decreto que pode resultar na redução de fundos destinados ao Instituto Smithsonian, uma das principais instituições culturais do país. O decreto, assinado em 27 de março, exige a remoção de conteúdos que não estejam alinhados com os “valores americanos”, afetando especialmente três museus: o Museu de História e Cultura Africana e Americana, o Museu Nacional de Arte Americana e o Museu de História das Mulheres Americanas.
Trump argumenta que é necessário “restaurar a verdade e a sanidade na história americana”, afirmando que houve um esforço para “reescrever a história” nos últimos anos. O decreto determina que o Smithsonian deve evitar exposições que “degradem valores americanos” ou promovam ideologias que não estejam de acordo com a legislação federal. O Instituto, que recebe cerca de US$ 1 bilhão anualmente, depende em grande parte de financiamento federal.
Após a assinatura do decreto, o diretor do Museu de História e Cultura Africana e Americana, Kevin Young, pediu demissão, embora a saída não tenha sido oficialmente relacionada ao decreto. Historiadores e associações de educação criticaram a medida, considerando-a uma forma de censura. Uma carta conjunta de mais de 31 organizações afirmou que o decreto distorce o trabalho dos museus e a interação do público com suas coleções.
Pesquisadores internacionais também se manifestaram contra o decreto, considerando-o um ataque à liberdade de expressão. O antropólogo francês Jean-Loïc Le Quellec destacou que a história americana é complexa e deve ser abordada de múltiplas perspectivas. Para ele, a ordem de Trump ignora a diversidade cultural e busca promover uma narrativa que favorece a supremacia de um grupo específico.
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