A Casa Branca trocou o retrato oficial do ex-presidente Barack Obama por uma pintura do atual presidente Donald Trump. O novo retrato mostra Trump levantando o punho em um momento importante de sua campanha, após uma tentativa de assassinato. O retrato de Obama, pintado por Robert McCurdy, foi movido do East Room para o Grand Foyer, onde antes estava a obra de George W. Bush. A nova localização foi anunciada pelo secretário de imprensa adjunto da Casa Branca. O espaço onde o retrato de Trump está agora é normalmente reservado para o retrato mais recente, mas Joe Biden ainda não teve o seu feito. Embora essa mudança seja incomum, não é proibida, e Trump já havia rearranjado retratos de ex-presidentes antes. Ele também tem interesse em influenciar a arte e a arquitetura do governo, como demonstrado por uma ordem executiva que prioriza a arquitetura clássica em edifícios públicos. A White House Historical Association financia retratos presidenciais desde os anos 60, substituindo o financiamento anterior que vinha do Congresso ou dos próprios presidentes. A movimentação dos retratos na Casa Branca reflete a história política e as preferências dos presidentes.
A Casa Branca anunciou a substituição do retrato oficial do ex-presidente Barack Obama por uma pintura do atual presidente Donald Trump. A mudança foi documentada em um vídeo postado pela Casa Branca, destacando Trump em um momento crucial de sua campanha, após uma tentativa de assassinato. O novo retrato mostra Trump levantando o punho, simbolizando sua determinação em buscar um segundo mandato.
O retrato de Obama, pintado por Robert McCurdy, foi realocado do East Room para o Grand Foyer, onde antes estava a obra de George W. Bush. A nova localização do retrato de Obama foi divulgada pelo secretário de imprensa adjunto da Casa Branca, Harrison Fields. Tradicionalmente, o espaço ocupado por Trump é reservado para o retrato presidencial mais recente, mas Joe Biden ainda não teve seu retrato oficial feito.
Embora a mudança seja considerada incomum, não é proibida. Durante seu primeiro mandato, Trump já havia rearranjado retratos de ex-presidentes. Ele tem demonstrado interesse em influenciar a arte e a arquitetura do governo, incluindo uma ordem executiva que prioriza a arquitetura clássica em edifícios públicos.
A White House Historical Association financia retratos presidenciais desde os anos 60, substituindo o financiamento anterior que vinha do Congresso ou dos próprios presidentes. A movimentação dos retratos na Casa Branca reflete não apenas a história política, mas também as preferências estéticas dos presidentes em exercício.
Entre na conversa da comunidade