A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que permite a concessão de 14 travessias de balsas no estado, com um investimento total de R$ 1,05 bilhão, sendo R$ 725 milhões de recursos estaduais. A concessão, que vai durar 20 anos, foi proposta pelo governador Tarcísio de Freitas e busca atrair o setor privado, já que o sistema atual é deficitário. A nova administração vai substituir o modelo de licitações. A concessionária poderá receber até R$ 311 milhões por ano, mas esse valor pode ser reduzido. A Secretaria de Parcerias em Investimentos estima que a operação comece a dar lucro após nove anos e meio. A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, garantiu que as tarifas atuais não vão mudar e a gratuidade será mantida, mas a falta de garantias contratuais sobre esses pontos gerou críticas de deputados da oposição, que pediram emendas para proteger os direitos da população.
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou, em 15 de abril de 2025, um projeto que permite a concessão de 14 travessias de balsas no estado. O investimento total será de R$ 1,05 bilhão, sendo R$ 725 milhões provenientes de recursos estaduais. A concessão terá duração de 20 anos.
O projeto, proposto pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), busca implementar uma concessão patrocinada, com mais de 70% do investimento coberto pelo governo. A medida visa atrair o setor privado, considerando que o sistema atual é deficitário. A nova administração substituirá o modelo de licitações.
A concessionária poderá receber uma contraprestação de até R$ 311 milhões por ano, com possibilidade de redução conforme as propostas na B3 (Brasil Bolsa Balcão). A Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) estima que a operação financeira comece a gerar lucro após nove anos e meio.
A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, afirmou que o governo não alterará as tarifas atuais e que a gratuidade será mantida. Contudo, a ausência de garantias contratuais sobre esses pontos gerou críticas de deputados da oposição, que questionaram a falta de emendas que assegurassem direitos à população.
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