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Auditoria do TCE da Paraíba aponta irregularidades na indicação de Alanna Galdino para conselheira

Auditoria do TCE da Paraíba aponta falta de comprovação de serviços de Alanna Galdino, recomendando suspensão de sua posse até julgamento.

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Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba revelou que Alanna Galdino, indicada para conselheira do TCE e filha do presidente da Assembleia, não tem provas de que trabalhou na Secretaria de Planejamento. A auditoria recomenda que sua posse seja suspensa até o julgamento do caso, marcado para 23 de abril. Alanna recebeu R$ 646 mil entre 2012 e 2025 sem comprovação de serviços prestados, e não há registros de sua atuação na secretaria. Ela foi aprovada por 31 deputados, com apenas um voto contrário e uma abstenção. Sua nomeação, feita pelo governador João Azevêdo, é polêmica por sua falta de experiência nas áreas exigidas. A auditoria também apontou que não houve sabatina no processo de escolha, o que compromete a regularidade da indicação. O Ministério Público de Contas questiona a nomeação, afirmando que ela não atende aos requisitos necessários e que a eleição de conselheiros não deve beneficiar familiares de políticos.

Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) da Paraíba revelou que não existem provas de que Alanna Galdino tenha trabalhado na Secretaria de Planejamento. A recomendação é que sua posse como conselheira do TCE seja suspensa até o julgamento do caso, agendado para 23 de abril.

Os auditores afirmaram que Alanna, filha do presidente da Assembleia, Adriano Galdino, recebeu R$ 646 mil entre 2012 e 2025 sem comprovação de serviços prestados. A auditoria, finalizada em 14 de abril, indicou que não há registros documentais de sua atuação na secretaria, nem mesmo cadastro nos sistemas utilizados.

Alanna Galdino, estudante de medicina e formada em direito, foi aprovada por 31 deputados estaduais, com apenas um voto contrário e uma abstenção. Sua nomeação, formalizada pelo governador João Azevêdo (PSB), é controversa, especialmente por sua falta de experiência nas áreas exigidas para o cargo.

Além disso, a auditoria destacou a ausência de sabatina no processo de escolha, comprometendo a regularidade da indicação. O Ministério Público de Contas questiona a nomeação, afirmando que ela não atende aos requisitos necessários e que a eleição de conselheiros não deve beneficiar familiares de políticos.

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