Metade de abril de 2025 já passou e, até agora, a única votação importante no Congresso foi o Orçamento da União, que era uma obrigação de 2024. A lentidão dos políticos mostra que eles estão mais preocupados com seus próprios interesses do que com questões essenciais, como segurança pública e saúde. O começo do ano foi marcado por disputas internas, com janeiro focado na liderança da Câmara e do Senado, e fevereiro e março perdidos em negociações e festas. O presidente Lula não conseguiu liderar a agenda política. Enquanto isso, Jair Bolsonaro, mesmo sem mandato e internado, tem se mostrado mais ativo no Congresso. A violência e a ineficiência do governo aumentam, com o crime organizado se expandindo em várias regiões. Lula demorou mais de dois anos para apresentar uma proposta sobre segurança pública e não cumpriu promessas, como resolver a fila do INSS. Na economia, o governo tenta minimizar a inflação, atribuindo-a a uma “supersafra”, enquanto escândalos como a crise nos Correios e o rombo no fundo de pensão do Banco do Brasil continuam sem solução. O governo segue gastando, ignorando problemas urgentes que afetam a população.
Metade de abril se foi e, até agora, em 2025, a única votação relevante no Congresso foi o Orçamento da União, uma obrigação herdada de 2024. A lentidão da classe política reflete interesses pessoais, enquanto temas cruciais como segurança pública e saúde são ignorados.
O início do ano foi marcado por disputas internas, com janeiro focado na liderança da Câmara e do Senado. Fevereiro e março foram perdidos em negociações e festividades, enquanto abril continua dominado por discussões sobre anistia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não conseguiu liderar a agenda política.
Jair Bolsonaro, mesmo sem mandato e internado, tem se mostrado mais ativo no Congresso. A violência e a ineficiência governamental aumentam, com o crime organizado expandindo suas ações em diversas regiões. Lula levou mais de dois anos para apresentar uma proposta sobre segurança pública, mas não cumpriu promessas como a fila do INSS.
Na economia, o governo minimiza a inflação, atribuindo-a a uma “supersafra”. Enquanto isso, escândalos como a crise nos Correios e o rombo no fundo de pensão do Banco do Brasil permanecem sem solução. O governo continua a gastar, ignorando problemas urgentes que afetam a população.
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