O deputado federal Luciano Vieira, do Republicanos, defendeu o ministro do STF, Alexandre de Moraes, na Câmara dos Deputados. Ele criticou os ataques direcionados a Moraes, especialmente após os eventos de 8 de janeiro, e sugeriu uma audiência para discutir a anistia aos condenados pelos ataques. Vieira destacou a experiência de Moraes como jurista e sua importância para a estabilidade democrática, afirmando que é necessário buscar a pacificação no Legislativo. Ele já enviou um pedido de reunião ao ministro, com o objetivo de discutir a possibilidade de redução de penas ou progressão para prisão domiciliar para os condenados. O deputado também informou que comunicou o presidente da Câmara, Hugo Motta, sobre sua fala, e ressaltou a importância de buscar consensos para a pacificação do país.
O deputado federal Luciano Vieira (RJ) defendeu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, durante sessão na Câmara. O parlamentar, que atualmente é do Republicanos, criticou os ataques à Moraes, especialmente após os eventos de 8 de janeiro, e propôs uma audiência para discutir a anistia aos condenados pelos ataques.
Em seu discurso, Vieira destacou a trajetória de Moraes, ressaltando sua formação como jurista e sua experiência em cargos públicos. “O ministro Alexandre de Moraes é um jurista respeitado… Ele conhece a política e a importância da estabilidade democrática”, afirmou o deputado. Ele enfatizou a necessidade de encontrar um caminho para a pacificação no Legislativo.
Luciano Vieira informou que já enviou um ofício ao gabinete de Moraes solicitando a audiência. O foco da reunião seria discutir a possibilidade de redução de penas ou progressão para prisão domiciliar para os condenados pelos ataques aos Três Poderes. “Pautas importantes estão deixando de ser votadas e estamos presos nesse tema da anistia”, disse.
O deputado também mencionou que comunicou o presidente da Câmara, Hugo Motta, sobre sua fala. Motta tem buscado uma solução negociada para a anistia em conjunto com o governo Lula e o STF. “Não abro mão da responsabilidade que o mandato me confere de buscar consensos em nome da pacificação do país”, concluiu Vieira.
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