O líder das Forças de Apoio Rápido no Sudão, Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como Hemeti, anunciou a criação de um governo rival chamado “Governo da Paz e da Unidade”. Essa declaração foi feita em 15 de abril de 2025, marcando dois anos de guerra civil entre seu grupo e as Forças Armadas Sudanesas, lideradas por Abdel Fattah al-Burhan. Hemeti disse que o novo governo é uma coalizão civil que representa a diversidade do Sudão e destacou a assinatura de uma constituição de transição que abrange áreas como educação, saúde e justiça. Ele afirmou que este governo não será controlado por líderes militares, mas sim pelo povo. A guerra civil já causou quase 40 mil mortes e deixou 49% da população em insegurança alimentar, além de cerca de 14 milhões de deslocados. A situação continua tensa, e ainda não se sabe como Hemeti pretende colocar em prática as propostas do novo governo, enquanto Burhan não comentou sobre as declarações de Hemeti ou sobre os dois anos de conflito.
O líder das Forças de Apoio Rápido (RSF), general Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como Hemeti, anunciou a formação de um governo rival no Sudão, denominado “Governo da Paz e da Unidade”. A declaração ocorreu em 15 de abril de 2025, marcando dois anos de conflito civil entre seu grupo e as Forças Armadas Sudanesas (SAF), lideradas por Abdel Fattah al-Burhan.
Hemeti afirmou que o novo governo é uma coalizão civil que representa a diversidade do Sudão. Ele destacou a assinatura de uma constituição de transição, que abrange áreas como educação, saúde e justiça. O general enfatizou que este governo não será dominado por líderes militares, mas sim pelo povo sudanês.
A guerra civil no Sudão já resultou em quase 40 mil mortes e deixou 49% da população em insegurança alimentar. Além disso, cerca de 14 milhões de pessoas foram deslocadas devido aos conflitos. A luta pelo controle do país entre Burhan e Hemeti intensificou-se, com ambos os lados realizando ataques a áreas civis e enfrentamentos diretos.
A situação permanece tensa, e ainda não há informações sobre como Hemeti pretende implementar as propostas de seu novo governo. O líder Burhan não se manifestou sobre as declarações de Hemeti ou sobre o marco dos dois anos de guerra, que continua a devastar o Sudão.
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