Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, criticou a proposta de Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, que sugere congelar o salário mínimo por seis anos. Ela chamou a ideia de cruel e injusta, afirmando que transfere a responsabilidade dos problemas econômicos para os trabalhadores. Gleisi defendeu que a política de aumento real do salário mínimo, promovida pelo governo Lula, é importante para a justiça social e o crescimento da economia. Outros políticos, como Duda Salabert e Orlando Silva, também se opuseram à proposta de Fraga, que sugere que o salário mínimo não tenha aumento acima da inflação, contrariando as promessas de Lula. Fraga argumentou que é necessário fazer uma reforma radical no Estado, citando que os gastos com folha de pagamentos e previdência consomem 80% do orçamento, o que considera insustentável. As declarações de Fraga mostram um distanciamento entre ele e o atual governo, especialmente após seu apoio a Lula nas eleições de 2022.
Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, criticou a proposta de Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, de congelar o salário mínimo por seis anos. A declaração ocorreu durante a Brazil Conference em Cambridge, nos Estados Unidos, e gerou reações negativas.
A ministra considerou a sugestão “cruel e injusta”, afirmando que a proposta transfere a responsabilidade dos desajustes econômicos para os trabalhadores. Gleisi destacou que a política de aumento real do salário mínimo, promovida pelo governo Lula, é essencial para a justiça social e o crescimento econômico.
Outros políticos também se manifestaram contra a ideia de Fraga. Parlamentares como Duda Salabert e Orlando Silva utilizaram as redes sociais para expressar suas críticas, assim como Ricardo Cappelli, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial. A proposta de Fraga sugere que o salário mínimo não tenha aumento acima da inflação, o que contraria as promessas de Lula na campanha.
Fraga defendeu uma “reforma radical” no Estado, citando que os gastos com folha de pagamentos e previdência representam 80% do orçamento, o que considera insustentável. As declarações de Fraga marcam um distanciamento entre ele e o atual governo, especialmente após seu apoio a Lula nas eleições de 2022.
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