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Josu Ternera mantinha documentos relevantes da ETA em dispositivos apreendidos pela polícia

Relatório da Guardia Civil revela que Josu Ternera manteve influência na ETA até sua dissolução em 2018, com documentos encontrados após sua prisão.

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José Antonio Urrutikoetxea Bengoetxea, conhecido como Josu Ternera, foi preso em maio de 2019 após 17 anos foragido. Ele foi capturado em Sallanches, na França, e a Guarda Civil encontrou 14 dispositivos eletrônicos com ele. Um relatório recente revela que esses dispositivos continham documentos que mostram que ele ainda tinha influência na ETA até a dissolução da organização em 2018. O relatório, que não havia sido divulgado antes, detalha arquivos pessoais, áudios e documentos da ETA. Embora não tenham encontrado arquivos protegidos, alguns documentos apoiam as acusações contra Ternera, que está em liberdade vigiada na França aguardando julgamento. Entre os arquivos, há áudios de contos narrados por ele em euskera e documentos que mostram sua participação nas decisões da ETA. O grupo Dignidade e Justiça, que representa vítimas do terrorismo, usou essas informações para pedir à Audiência Nacional que amplie as acusações contra ele, especialmente sobre o financiamento da ETA. O relatório também menciona que Ternera tinha acesso a documentos internos da ETA, indicando que ele manteve uma posição importante na organização até o fim. Ele enfrenta várias acusações na Espanha, incluindo envolvimento em atentados que causaram mortes e feridos.

José Antonio Urrutikoetxea Bengoetxea, conhecido como Josu Ternera, foi detido em maio de 2019 após 17 anos foragido. A prisão ocorreu em Sallanches, na França, e, após a captura, a Guarda Civil encontrou 14 dispositivos eletrônicos em sua posse. Um relatório recente revela que esses dispositivos continham documentos que indicam a continuidade de sua influência na ETA até a dissolução da organização em 2018.

O relatório, que não havia sido divulgado anteriormente, detalha o conteúdo dos dispositivos, incluindo arquivos pessoais, áudios e documentos da ETA. Os agentes destacaram que, embora não tenham encontrado arquivos cifrados, alguns documentos corroboram as acusações contra Ternera, que atualmente está em liberdade vigiada na França, aguardando julgamento.

Entre os arquivos, foram encontrados áudios de contos narrados por Ternera em euskera e documentos que evidenciam sua participação nas decisões da ETA até sua dissolução. A Dignidade e Justiça, um coletivo de vítimas do terrorismo, usou essas informações para solicitar à Audiência Nacional que amplie as acusações contra ele, especialmente relacionadas à financiamento da ETA.

Além disso, o relatório menciona que Ternera tinha acesso a documentos internos da ETA, incluindo um que discutia a votação sobre a dissolução da organização. Os investigadores consideram que isso demonstra que ele manteve uma posição de destaque na ETA até o fim de suas atividades. Ternera enfrenta várias acusações na Espanha, incluindo sua suposta participação em atentados que resultaram em mortes e feridos.

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