Uma juíza federal bloqueou a tentativa do governo Trump de revogar o status legal de mais de 530 mil imigrantes de Cuba, Venezuela, Nicarágua e Haiti, que estava previsto para ocorrer em 24 de abril. A juíza Indira Talwani, do Tribunal Distrital Federal de Boston, afirmou que o governo não pode cancelar as proteções sem analisar cada caso individualmente. O governo havia ameaçado deportar esses imigrantes, que entraram legalmente nos Estados Unidos sob um programa criado pelo ex-presidente Biden. A juíza destacou que essa revogação sem justificativa individual prejudicaria o Estado de direito e forçaria os migrantes a escolher entre deixar o país ou enfrentar deportação. Organizações de defesa dos direitos dos imigrantes comemoraram a decisão, considerando-a um avanço importante. A juíza também mandou suspender as notificações de deportação já enviadas. A Casa Branca e o Departamento de Segurança Interna ainda não comentaram sobre a decisão, que representa um grande revés para a política migratória de Trump.
Uma juíza federal bloqueou a revogação do status legal de mais de 530 mil imigrantes de Cuba, Venezuela, Nicarágua e Haiti, prevista para 24 de abril. A decisão foi tomada pela juíza Indira Talwani, do Tribunal Distrital Federal de Boston, que argumentou que o governo não pode suspender as proteções sem analisar cada caso individualmente.
O governo Trump havia ameaçado deportar esses imigrantes, que entraram legalmente nos Estados Unidos sob um programa criado pelo ex-presidente Joe Biden. A juíza destacou que a revogação sem justificativa individual comprometeria o Estado de direito e forçaria os migrantes a escolher entre deixar o país ou enfrentar processos de deportação.
A decisão foi celebrada por organizações de defesa dos direitos dos imigrantes, como o Justice Action Center, que considerou a medida um passo importante em direção à justiça. A juíza também ordenou a suspensão das notificações de deportação já enviadas aos beneficiários do programa.
A Casa Branca e o Departamento de Segurança Interna ainda não se pronunciaram sobre a decisão. A medida representa um revés significativo para a política migratória de Trump, que prometeu uma ofensiva contra a imigração irregular durante sua campanha à reeleição.
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