Luciano Zucco, líder da Oposição na Câmara, criou uma subcomissão para investigar as condições dos presos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. A subcomissão vai apurar denúncias de violações de direitos humanos e a saúde precária de detentos, como Jorge Santos, que está na Papuda. A iniciativa, que terá doze membros, começará a funcionar após as indicações dos líderes partidários. Zucco afirmou que mais de 150 presos estão sendo tratados de forma discriminatória, considerados “inimigos” no sistema penal, o que resulta em condições desumanas. A associação de familiares dos investigados, chamada Asfav, apoiou a proposta e apresentou relatórios sobre a saúde dos detentos. Um caso preocupante é o de Cleriston Cunha, que faleceu por problemas de saúde não tratados. Jorge Santos também precisa de cirurgia cardíaca e não pode se recuperar adequadamente na prisão. A situação nas prisões brasileiras é grave, com 17 mil mortes registradas entre 2013 e 2023. A advogada da Asfav, Carolina Siebra, planeja pedir ajuda ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para casos como o de Santos, mas os investigados do 8 de janeiro ainda não foram incluídos nas ações do CNJ.
Luciano Zucco, líder da Oposição na Câmara, aprovou uma subcomissão para investigar as condições dos presos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. A iniciativa visa apurar denúncias de violações de direitos humanos e a saúde precária de detentos, como Jorge Santos, que está na Papuda.
A subcomissão, vinculada à Comissão de Segurança Pública, contará com doze membros e começará a funcionar após as indicações dos líderes partidários. Zucco destacou que mais de 150 presos enfrentam tratamento discriminatório, sendo considerados “inimigos” dentro do sistema penal, o que resulta em condições desumanas.
A associação de familiares dos investigados, Asfav, apoiou a proposta e apresentou relatórios sobre a saúde dos detentos. Um caso alarmante é o de Cleriston Cunha, que faleceu devido a problemas de saúde não tratados. A saúde de Jorge Santos também é preocupante, pois ele necessita de cirurgia cardíaca e não pode se recuperar adequadamente no ambiente prisional.
A situação carcerária no Brasil é crítica, com 17 mil mortes registradas entre 2013 e 2023. A advogada da Asfav, Carolina Siebra, planeja solicitar auxílio ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para casos como o de Santos. O CNJ, que realiza mutirões carcerários, ainda não incluiu os investigados do 8 de janeiro em suas ações.
Entre na conversa da comunidade