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Conflito marca protesto contra remoções na favela do Moinho em São Paulo

Protesto na favela do Moinho termina em confronto com a PM; moradores resistem à remoção, enquanto governo afirma que 84% já aceitaram reassentamento.

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Um protesto contra a remoção de moradores da favela do Moinho, em São Paulo, resultou em confronto com a Polícia Militar na noite de terça-feira. Cerca de 200 pessoas, incluindo moradores e ativistas, marchavam pacificamente quando a situação se agravou, levando a polícia a usar bombas de gás. O ato começou na Avenida Ipiranga e seguia em direção à Câmara Municipal. A confusão começou quando motociclistas tentaram passar pela manifestação, e um manifestante agrediu um policial, o que fez a PM reagir com balas de borracha e gás lacrimogêneo. A Tropa de Choque foi chamada para evitar que os manifestantes invadissem a Câmara. A gestão estadual afirma que 84% das famílias já aceitaram a proposta de reassentamento, mas muitos moradores, como Harold de Araújo, que foi ferido durante o confronto, criticam a proposta, dizendo que não têm condições financeiras para pagar um novo apartamento. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação informou que 703 famílias já aderiram ao plano, mas muitos temem a remoção forçada e acreditam que a adesão é por medo. A favela do Moinho, que existe há três décadas, deve ser transformada em parque.

Um protesto contra a remoção de moradores da favela do Moinho, em São Paulo, resultou em confronto com a Polícia Militar na noite de terça-feira (15). Aproximadamente 200 manifestantes, incluindo moradores e ativistas, marchavam pacificamente quando a situação se agravou, levando à utilização de bombas de gás pela polícia.

O ato começou na Avenida Ipiranga e se dirigiu à Câmara Municipal. A confusão teve início quando motociclistas tentaram furar a manifestação. Um manifestante agrediu um policial, o que provocou a reação da PM com balas de borracha e gás lacrimogêneo, resultando em correria e tumulto. A Tropa de Choque foi mobilizada para impedir a invasão da Câmara.

A gestão estadual afirma que 84% das famílias já aceitaram a proposta de reassentamento, enquanto moradores, como Harold de Araújo, expressam resistência. Araújo, que foi ferido durante o confronto, critica a proposta, alegando que não tem condições financeiras para arcar com um novo apartamento. Ele declarou: “Vou resistir até o final”.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação informou que 703 famílias já aderiram ao plano, com 531 habilitadas. No entanto, muitos moradores temem a remoção forçada e afirmam que a adesão é motivada pelo medo. A favela do Moinho, que existe há três décadas, é alvo de um plano do governo para se transformar em parque.

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