O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, fez críticas sérias ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, sugerindo que ele protege a distribuidora de energia Enel. Nunes pediu uma investigação sobre a empresa e questionou a renovação do contrato dela, que vai até 2028, afirmando que a Enel não atende bem a população. Ele também criticou a suspensão das multas aplicadas à Enel após apagões na cidade, chamando essa decisão de absurda e comparando-a com multas de trânsito que todos devem pagar. As declarações de Nunes refletem a insatisfação com os serviços de energia em São Paulo e sua preocupação com a situação dos moradores.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, fez declarações contundentes sobre o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, insinuando que ele protege a distribuidora de energia Enel. Nunes pediu uma investigação sobre a empresa e criticou a renovação de seu contrato, que se estende até 2028.
Durante uma entrevista, Nunes afirmou que a Enel deve ser “expurgada” e questionou a prorrogação do contrato com uma empresa que, segundo ele, não atende adequadamente a população. O prefeito destacou a necessidade de explicações por parte do ministro e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), enfatizando que os moradores de São Paulo estão sofrendo com a falta de energia.
Nunes também criticou a suspensão das multas aplicadas à Enel após apagões na cidade, considerando essa decisão um absurdo. Ele comparou a situação com multas de trânsito, que todos são obrigados a pagar, e questionou por que as grandes empresas conseguem evitar penalidades.
As declarações de Nunes ocorrem em um contexto de insatisfação com a prestação de serviços de energia na capital paulista. O prefeito já havia classificado as mudanças nas regras de concessão como “malandragem” do governo federal, reforçando a urgência de uma resposta adequada às demandas da população.
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