Publicações nas redes sociais têm confundido as pessoas ao associar Débora Rodrigues dos Santos a um vídeo de Ana Priscila Azevedo, que ameaça fechar refinarias. O vídeo, que circula entre perfis bolsonaristas, mostra Ana Priscila, que foi condenada a 17 anos de prisão por sua participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Ana Priscila aparece enrolada na bandeira do Brasil e afirma que suas ameaças são sérias. A desinformação sugere que a mulher no vídeo é Débora, que pichou a estátua da Justiça com batom, mas investigações confirmam que as imagens são de Ana Priscila, que postou o vídeo um dia antes dos eventos. Ela foi condenada por cinco crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado, e está presa em Brasília desde 10 de janeiro de 2023. O Supremo Tribunal Federal menciona seu vídeo em processos relacionados aos atos antidemocráticos. Débora também enfrenta acusações semelhantes e aguarda julgamento, com o STF já votando 2 a 0 pela condenação dela, que pode resultar em 14 anos de prisão. A confusão entre as duas mulheres, que têm aparências diferentes, é explorada por grupos que defendem a anistia aos envolvidos nos atos golpistas.
Publicações nas redes sociais têm gerado confusão ao associar Débora Rodrigues dos Santos a um vídeo de Ana Priscila Azevedo, que ameaça fechar refinarias. O vídeo, compartilhado por perfis bolsonaristas, mostra Ana Priscila, condenada a 17 anos de prisão por sua participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Ana Priscila, que administrava grupos bolsonaristas, aparece enrolada na bandeira do Brasil, afirmando que não há blefe em suas ameaças. A desinformação sugere que a mulher no vídeo é Débora, que pichou a estátua da Justiça com batom. No entanto, investigações confirmam que as imagens são de Ana Priscila, que publicou o conteúdo original um dia antes dos eventos.
A condenação de Ana Priscila abrange cinco crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado e associação criminosa armada. Ela está presa em Brasília desde 10 de janeiro de 2023. O Supremo Tribunal Federal (STF) menciona seu vídeo em processos relacionados aos atos antidemocráticos, evidenciando seu papel na organização dos eventos.
Débora, por sua vez, enfrenta acusações semelhantes e aguarda julgamento. O STF já votou 2 a 0 pela condenação dela, com penas que podem chegar a 14 anos. A confusão entre as duas mulheres, que possuem características físicas distintas, continua a ser explorada por grupos que defendem a anistia aos envolvidos nos atos golpistas.
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