Uma advogada do Paraná, Beatriz Freitas, ficou indignada após uma audiência online em que a juíza deu apenas cinco minutos para ela analisar uma contestação de 48 laudas, que foi apresentada apenas uma hora e meia antes da sessão. Beatriz explicou que, em uma audiência anterior, foi acordado que a ré teria até a audiência de instrução para apresentar sua contestação, mas isso não foi respeitado. Ao pedir mais tempo para analisar o documento, a juíza manteve o prazo de cinco minutos, o que levou Beatriz a contestar a decisão. Ela destacou que a lei prevê 15 dias para a manifestação do réu e mais 15 dias para a defesa do autor, mas essa regra não é seguida por todos os juízes. Após a audiência, Beatriz leu apenas as preliminares do processo e fez uma impugnação genérica para garantir a defesa do cliente. Ela gravou a situação como denúncia e agora aguarda a sentença do juiz, ciente de que, se a contestação não for aceita, terá que recorrer.
Uma advogada do Paraná, Beatriz Freitas, expressou sua indignação nas redes sociais após uma audiência online em que a juíza concedeu apenas cinco minutos para ela analisar uma contestação de 48 laudas. O documento foi protocolado apenas uma hora e meia antes da sessão, desrespeitando prazos legais e comprometendo a defesa do cliente.
Durante a audiência, Beatriz explicou que, em uma audiência anterior, foi acordado que a ré teria até a audiência de instrução para apresentar sua contestação. Apesar disso, a defesa da ré apresentou o documento em um prazo muito curto. Ao solicitar mais tempo para uma análise adequada, a juíza manteve o prazo de cinco minutos, o que gerou contestação por parte da advogada.
Beatriz destacou que a legislação processual prevê um prazo de 15 dias para a manifestação do réu e mais 15 dias para a defesa do autor. Ela afirmou que a falta de padronização nos prazos determinados pelos juízes prejudica o trabalho dos advogados. Embora a juíza tenha oferecido mais tempo, a advogada não poderia se alongar devido a compromissos posteriores.
Após a audiência, Beatriz leu apenas as preliminares do processo e fez uma impugnação genérica para garantir que seu cliente não ficasse sem defesa. Ela registrou a situação em vídeo como forma de denúncia e aguarda a sentença do juiz, ciente de que, se a contestação não for reconhecida, precisará recorrer.
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