Os julgamentos do ex-presidente Jair Bolsonaro e de seus aliados estão acontecendo no Supremo Tribunal Federal (STF), com a Primeira Turma realizando sessões presenciais para garantir que todos sejam tratados de forma igual. A turma também vai analisar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-ministro Juscelino Filho, que pediu demissão após ser acusado de desvio de emendas. A defesa dele afirma que ele é inocente e que a denúncia não significa que ele é culpado. Recentemente, a turma tornou Bolsonaro e sete de seus auxiliares réus em uma votação unânime. O julgamento de outras figuras ligadas ao caso está marcado para o dia 22. A investigação sobre Juscelino Filho começou depois que foi revelado que ele direcionou verbas do orçamento secreto para obras em sua propriedade familiar.
Os julgamentos do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados no Supremo Tribunal Federal (STF) estão em andamento, com a Primeira Turma decidindo realizar sessões presenciais. A medida visa garantir igualdade de tratamento entre políticos da situação e da oposição.
A Primeira Turma deve avaliar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-ministro Juscelino Filho, que se demitiu após ser acusado de desvio de emendas. A defesa de Juscelino Filho reafirma sua inocência e destaca que a denúncia não implica culpa.
No último dia 26, a turma tornou réus Bolsonaro e sete auxiliares, incluindo três generais do Exército, em votação unânime. Os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino compõem o colegiado.
O julgamento do núcleo 2 da denúncia, que inclui figuras como o general Mário Fernandes e Filipe Martins, está agendado para o dia 22. A investigação sobre Juscelino Filho foi iniciada após reportagens sobre a destinação de verbas do orçamento secreto para obras em sua propriedade familiar.
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