O ex-presidente Michel Temer disse que é válido discutir um projeto de anistia para os investigados nos atos golpistas de 8 de janeiro. Ele sugeriu que o Supremo Tribunal Federal (STF) reavalie as penas dos condenados, considerando isso uma forma de buscar um acordo. Temer acredita que o ministro Alexandre de Moraes, que é o relator dos casos, pode ser flexível nessa questão. Embora o Congresso tenha o direito de legislar sobre anistia, ele acha que o STF poderia ajustar as penas. Temer elogiou Moraes por já ter concedido prisão domiciliar a alguns investigados, mostrando sua sensibilidade e capacidade de promover a paz. O julgamento da cabeleireira Débora Rodrigues, que pichou a frase “perdeu, mané” na estátua da Justiça, será retomado em 25 de abril. Moraes e o ministro Flávio Dino já votaram pela condenação de Débora a 14 anos de prisão, e ela se tornou um símbolo das críticas aos supostos excessos do ministro.
O ex-presidente Michel Temer (MDB) afirmou que a discussão sobre um projeto de anistia aos investigados nos atos golpistas de 8 de janeiro é legítima. Ele sugeriu que o Supremo Tribunal Federal (STF) reavalie as penas dos condenados, considerando essa uma solução conciliatória.
Temer acredita que o ministro Alexandre de Moraes, relator dos casos, pode ser flexível em relação a essa proposta. Ele defendeu que, embora o Congresso tenha o direito de legislar sobre anistia, o STF poderia realizar uma nova dosimetria das penas, buscando um meio-termo.
O ex-presidente elogiou as decisões de Moraes, que já concedeu prisão domiciliar a investigados, destacando que isso demonstra sua sensibilidade e capacidade de pacificação. Ele afirmou que, sem as ações de Moraes, as eleições no Brasil poderiam ter sido comprometidas.
O julgamento da cabeleireira Débora Rodrigues, que pichou a frase “perdeu, mané” na estátua da Justiça, será retomado em 25 de abril. Moraes e o ministro Flávio Dino já votaram pela condenação de Débora a 14 anos de prisão, tornando-a um símbolo das críticas aos supostos excessos do ministro.
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