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Justiça bloqueia 15% das contribuições de filiados do PT em São Paulo por dívida de R$ 1,4 milhão

Justiça bloqueia 15% das contribuições dos filiados ao PT para saldar dívida de R$ 1,4 milhão com empresa de comunicação. Decisão gera repercussão.

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A Justiça de São Paulo decidiu bloquear 15% das contribuições dos filiados ao Partido dos Trabalhadores devido a uma dívida de R$ 1,4 milhão com uma empresa de comunicação. Essa dívida é referente a serviços prestados durante a campanha de 2014 do ministro Alexandre Padilha. A empresa afirma que não recebeu R$ 750 mil de um contrato total de R$ 1,7 milhão. O juiz rejeitou a defesa do PT sobre um acordo verbal para reduzir a dívida. A decisão também atendeu a um pedido da Loja dos Companheiros, que vende produtos do partido, para que seu caixa não fosse afetado. O PT informou que vai cumprir a ordem, mas está considerando recorrer da decisão. O bloqueio não vai impactar recursos de fundos partidários ou eleitorais.

Justiça bloqueia 15% das contribuições do PT-SP por dívida de campanha

A Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de 15% das contribuições dos filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT) em São Paulo. A medida visa quitar uma dívida de R$ 1,4 milhão referente a serviços de assessoria de imprensa prestados durante a campanha de 2014 do atual ministro Alexandre Padilha.

O processo foi movido por uma empresa de comunicação que alega não ter recebido R$ 750 mil de um contrato de R$ 1,7 milhão. O juiz Guilherme Madeira Dezem, da 44ª Vara Cível da Capital, rejeitou a alegação do PT de um acordo verbal para redução do valor devido.

A decisão atende a um pedido da Loja dos Companheiros, que vende produtos oficiais do partido. A loja solicitou que seu caixa não fosse afetado pelo bloqueio, já que não tem relação com a dívida. O pedido foi aceito pela Justiça.

A direção do PT em São Paulo informou que cumprirá a ordem judicial, mas estuda a possibilidade de recorrer da decisão. O partido ressaltou que o bloqueio não afetará recursos de fundos partidários ou eleitorais.

O caso tem como origem os serviços prestados durante a campanha de Alexandre Padilha ao governo de São Paulo em 2014. A empresa de comunicação buscou na Justiça o pagamento integral dos valores devidos, que foram atualizados para R$ 1,4 milhão.

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