O Ministério Público Federal arquivou uma denúncia contra a Meta, dona do Instagram e Threads, por suposto racismo. A denúncia, feita pelas deputadas Erika Hilton e Amanda Paschoal, apontava que ao pesquisar a palavra “negra”, os usuários eram redirecionados para um alerta sobre drogas. A Meta explicou que isso aconteceu por um “erro de sistema” e que já corrigiu o problema. Com a falha resolvida, o MPF decidiu que não havia mais nada a investigar. Embora o caso tenha sido arquivado, ele levantou discussões sobre a responsabilidade das empresas de tecnologia em combater a discriminação online. A Meta afirmou que está comprometida em evitar qualquer forma de discriminação em suas plataformas.
MPF arquiva denúncia de racismo contra a Meta após explicação de “erro de sistema”
O Ministério Público Federal (MPF) arquivou uma denúncia contra a empresa Meta, responsável pelas plataformas Instagram e Threads, relacionada a alegações de racismo. A denúncia havia sido apresentada pelas deputadas Erika Hilton e Amanda Paschoal no ano passado.
A investigação inicial apontou que, ao pesquisar o termo “negra” nas plataformas, usuários eram direcionados a um alerta sobre o uso de drogas. A situação gerou críticas e acusações de discriminação racial contra a Meta.
Em resposta ao MPF, a Meta alegou que o direcionamento indevido foi resultado de um “erro de sistema”. A empresa informou que o problema foi prontamente corrigido após a identificação da falha.
Diante da correção do suposto erro e da justificativa apresentada, o MPF considerou que não havia mais indícios de ilícito a ser investigado. O órgão se manifestou satisfeito com a solução apresentada pela Meta.
A decisão de arquivamento encerra a apuração sobre o caso, mas não impede que novas denúncias sejam apresentadas caso surjam outras situações semelhantes. A Meta, por sua vez, afirmou que está comprometida em combater qualquer forma de discriminação em suas plataformas.
Apesar do arquivamento, o caso reacendeu o debate sobre a responsabilidade das empresas de tecnologia no combate ao racismo e à discriminação online. A atuação do MPF demonstra a importância da fiscalização e da cobrança por soluções efetivas para evitar práticas discriminatórias.
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