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Policiais militares são indiciados por estupro de vulnerável em Diadema durante o Carnaval

Dois policiais militares foram indiciados por estupro de vulnerável após darem carona a uma jovem de 20 anos em Diadema. O caso, que ocorreu durante o Carnaval, está sob investigação da Polícia Civil, que considera a jovem incapaz de consentir devido ao estado de embriaguez. Os policiais, que negam as acusações, estão presos desde o dia 3 de março e foram indiciados após depoimentos e análise de provas, incluindo imagens de câmeras corporais. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo afirma que as apurações continuam.

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Dois policiais militares foram indiciados por estupro de vulnerável em Diadema, após uma investigação da Polícia Civil. O caso envolve uma jovem de 20 anos que, segundo relatos, foi abusada dentro de uma viatura policial no dia 3 de março. Os policiais, que já estavam presos em flagrante, negam as acusações. A investigação revelou que a jovem estava sob efeito de álcool, o que a tornava vulnerável. Apesar do laudo do exame de corpo de delito ser inconclusivo, o depoimento da vítima e as imagens das câmeras dos policiais foram considerados provas suficientes para o indiciamento. As gravações mostram que os policiais passaram mais de duas horas com a jovem, e durante 20 minutos, as câmeras estavam desligadas, sem informações sobre o que aconteceu nesse tempo. A jovem pediu carona aos policiais, que a deixaram em uma área da rodovia Anchieta. A Polícia Militar afirmou que vai apurar qualquer desvio de conduta. O caso agora será analisado pelo Ministério Público, que decidirá se apresenta denúncia contra os policiais. A Ouvidoria da Polícia também está acompanhando a situação.

Polícia Civil indiciou dois PMs por estupro de vulnerável em Diadema

Dois policiais militares foram indiciados por estupro de vulnerável, nesta quarta-feira, 16, após investigação da Polícia Civil. O caso envolve uma jovem de 20 anos que teria sido abusada dentro de uma viatura policial, em Diadema, no ABC paulista, no dia 3 de março. Os policiais, que estavam presos em flagrante, negam o crime.

O indiciamento ocorreu após depoimentos dos envolvidos no 26º Distrito Policial, no Sacomã, zona sul de São Paulo. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que as apurações seguem em andamento, tanto pela Polícia Civil quanto pela Polícia Militar.

Investigação aponta para vulnerabilidade da vítima

A investigação concluiu que a jovem estava sob efeito de álcool, o que a tornou vulnerável. Apesar do laudo do exame de corpo de delito ser inconclusivo, a Polícia Civil considerou o depoimento detalhado da vítima e as imagens das câmeras corporais dos policiais como evidências suficientes para o indiciamento.

As gravações mostram que os policiais passaram mais de duas horas com a jovem e, por cerca de 20 minutos, os equipamentos foram desligados, sem que se saiba o que ocorreu nesse período. A jovem relatou ter sido deixada em uma área da rodovia Anchieta, após pedir carona aos policiais que estavam em patrulhamento.

Polícia Militar acompanha o caso

A Polícia Militar informou que reitera seu compromisso com a legalidade e a transparência, assegurando que qualquer desvio de conduta será apurado e punido. Os policiais, que atuavam no 24º Batalhão Policial Militar Metropolitano, foram presos em flagrante por abandono de posto e descumprimento de missão.

O caso agora segue para análise do Ministério Público, que decidirá se oferece denúncia contra os policiais à Justiça. A Ouvidoria da Polícia também abriu um procedimento para acompanhar o caso.

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