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Seis réus são notificados sobre tentativa de golpe de Estado em 2022; Bolsonaro e Braga Netto ficam de fora

Seis dos oito réus da tentativa de golpe de Estado em 2022 foram notificados para apresentar defesa, enquanto Bolsonaro está internado e Braga Netto preso.

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Seis dos oito réus envolvidos na tentativa de golpe de Estado em 2022 foram notificados para apresentar defesa prévia, conforme decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Os notificados incluem Mauro Cid, Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres. O ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Walter Braga Netto não foram notificados; Bolsonaro está hospitalizado após uma cirurgia no intestino, enquanto Braga Netto está preso desde dezembro. Os réus têm cinco dias para apresentar suas defesas, que podem incluir provas e testemunhas. A fase de instrução criminal, que envolve depoimentos e coleta de provas, começará em breve. Após essa fase, Moraes fará um relatório e um voto sobre a condenação ou absolvição dos réus. As acusações contra Bolsonaro podem resultar em até 43 anos de prisão, mas a pena máxima no Brasil é de 40 anos. Ele é acusado de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, deterioração de patrimônio e organização criminosa armada. Os réus poderão se manifestar após o tenente-coronel Cid, que os delatou, se pronunciar. A ordem de votação no julgamento será definida pelo presidente da Primeira Turma do STF, Cristiano Zanin, após a leitura do relatório de Moraes e as sustentações orais.

STF notifica seis réus por envolvimento em tentativa de golpe de Estado

Seis dos oito réus acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado ocorrida em 2022 foram notificados para apresentar defesa prévia. A determinação é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, assinada em 11 de abril. A notificação atende ao tenente-coronel Mauro Cid, ao deputado federal Alexandre Ramagem, ao almirante Almir Garnier, ao general Augusto Heleno, ao general Paulo Sérgio Nogueira e a Anderson Torres.

Ex-presidente Bolsonaro e Braga Netto são exceções

O ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Walter Braga Netto não foram notificados. Bolsonaro está hospitalizado em Brasília, onde se recupera de uma cirurgia no intestino. Braga Netto permanece preso preventivamente nas instalações do Exército no Rio de Janeiro desde dezembro.

Defesa prévia e próximos passos

Os réus notificados têm cinco dias para apresentar a defesa prévia, onde poderão listar provas e arrolar testemunhas. A fase de instrução criminal, com depoimentos e produção de provas, está prestes a começar. Após a instrução, o ministro Moraes elaborará um relatório e seu voto, definindo se defenderá a condenação ou absolvição dos acusados.

Acusações e possíveis penas

Os crimes atribuídos a Bolsonaro pela Procuradoria-Geral da República (PGR) podem resultar em 43 anos de prisão. No entanto, o tempo máximo de cumprimento efetivo da pena no Brasil é de 40 anos. Os réus são acusados de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, deterioração de patrimônio e organização criminosa armada.

Delatores e ordem de manifestação

Os réus poderão se manifestar após o prazo para o tenente-coronel Mauro Cid, que os delatou, se pronunciar. A ordem de votação no julgamento será definida pelo presidente da Primeira Turma do STF, Cristiano Zanin, após a leitura do relatório de Moraes e as sustentações orais da acusação e da defesa.

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