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Trump suspende construção de parque eólico em Nova York, impactando setor de energia renovável

A suspensão da construção do projeto Empire Wind 1, que poderia abastecer 500 mil residências em Nova York, gera polêmica. A administração Trump alega falta de análise adequada, enquanto a governadora Kathy Hochul critica a medida como "interferência federal". A empresa Equinor, responsável pelo projeto, busca esclarecimentos sobre a ordem.

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A administração Trump parou a construção do projeto Empire Wind 1, que iria fornecer energia para 500 mil casas em Nova York. O Secretário do Interior, Doug Burgum, disse que o governo anterior aprovou o projeto sem a análise adequada. Essa decisão é um golpe para a indústria de energia eólica, que estava sendo apoiada pelo ex-presidente Biden. A governadora de Nova York, Kathy Hochul, criticou a suspensão, chamando-a de “interferência federal” e prometeu lutar contra isso. A empresa Equinor, responsável pelo projeto, parou a construção e quer conversar com a administração Trump para entender a decisão, já que tinha todas as licenças necessárias. O projeto, que começou em 2017, tinha como meta gerar 810 MW de energia para o Brooklyn. Trump já havia criticado turbinas eólicas antes, alegando sem provas que elas matam baleias. Ele também tentou barrar a construção de uma usina eólica na Escócia, perto de seu campo de golfe. A decisão atual mostra a postura do governo Trump contra a energia eólica, que ele considera perigosa para a vida selvagem.

Administração Trump suspende projeto de energia eólica em Nova York

A administração do presidente Donald Trump interrompeu a construção do projeto Empire Wind 1, uma usina eólica marítima que forneceria energia para 500 mil residências em Nova York. A decisão, anunciada pelo Secretário do Interior, Doug Burgum, alega que o governo anterior “apressou” a aprovação do projeto “sem análise suficiente”.

A suspensão representa um revés significativo para a indústria eólica nos Estados Unidos, que havia sido impulsionada pelo ex-presidente Joe Biden, mas tem sido alvo constante de Trump. Nos primeiros dias de seu retorno ao cargo, o atual presidente assinou ordens executivas que visam o setor, incluindo o congelamento temporário de licenças e empréstimos federais para projetos eólicos *offshore* e *onshore*.

A governadora de Nova York, Kathy Hochul, criticou a medida como uma “interferência federal” e prometeu lutar contra ela. Segundo a governadora, a decisão é inaceitável e prejudica os esforços do estado em direção a fontes de energia renováveis.

A empresa norueguesa Equinor, responsável pelo projeto Empire Wind, informou que interrompeu a construção *offshore* após a ordem. Em comunicado, a empresa manifestou a intenção de dialogar com a administração Trump para entender os motivos da decisão, após ter recebido todas as licenças necessárias.

O projeto, que havia obtido um arrendamento do governo federal em 2017, tinha como objetivo entregar 810 MW de energia para o Brooklyn. Trump já havia expressado anteriormente, sem apresentar evidências, a alegação de que turbinas eólicas matam baleias.

Antes de se tornar presidente, Trump também lutou – sem sucesso – para impedir a construção de uma usina eólica na costa de seu campo de golfe em Aberdeenshire, na Escócia. A decisão atual reforça a postura do governo Trump em relação à energia eólica, considerada por ele como “grandes e feias turbinas” perigosas para a vida selvagem.

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