O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, decidiu parar uma ofensiva militar contra o Estado-Maior Central, que é uma dissidência das Farc, para ajudar nas negociações de paz. Essa suspensão vai durar até 18 de maio e foi feita após o fim de um cessar-fogo entre o governo e o grupo. O objetivo é garantir segurança nas áreas onde o EMC atua e apoiar a produção agrícola na região. Embora o cessar-fogo tenha terminado, o governo afirma que as negociações continuam, já que o EMC nunca fez parte do acordo de paz de 2016. Apesar do cessar-fogo, ainda há conflitos entre o EMC e outros grupos armados por causa do controle de atividades ilegais, como o tráfico de drogas. O EMC tem cerca de 1.500 membros. O conflito na Colômbia já matou mais de 450 mil pessoas, e a iniciativa de Petro busca avançar em um processo de paz, enfrentando desafios desde que ele assumiu o cargo em 2022.
O presidente colombiano, Gustavo Petro, suspendeu a ofensiva militar contra o Estado-Maior Central (EMC), dissidência das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), para impulsionar as negociações de paz. A ordem, em vigor até 18 de maio, foi emitida após o fim do cessar-fogo bilateral entre o governo e o grupo.
A suspensão visa garantir a segurança nas áreas de atuação do EMC e assegurar a produção agrícola na região. O cessar-fogo original, iniciado em outubro de 2023, tinha previsão de término em janeiro de 2024, mas foi mantido em vigor.
O governo colombiano afirma que o fim do cessar-fogo não interrompe as negociações com o EMC, que nunca aderiu ao acordo de paz de 2016. As conversas fazem parte da estratégia de Petro para encerrar o conflito armado de seis décadas no país.
Apesar do cessar-fogo, confrontos entre o EMC e outros grupos armados persistem pela disputa do controle de atividades ilegais, como tráfico de drogas e mineração. O grupo dissidente das Farc possui cerca de 1.500 membros.
O conflito armado colombiano já causou a morte de mais de 450 mil pessoas. A iniciativa de Petro busca avançar em um processo de paz abrangente, mas tem enfrentado desafios desde sua posse em 2022.
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