O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou a pesca comercial no Monumento Nacional Marinho do Patrimônio das Ilhas do Pacífico, permitindo operações industriais na área pela primeira vez em mais de dez anos. Essa reserva, que cobre 1,3 milhão de quilômetros quadrados e foi criada em 2009, abriga espécies ameaçadas como tartarugas-marinhas e baleias. Trump também pediu a revisão de regras sobre a pesca e a análise de outras áreas protegidas, afirmando que quer que os EUA sejam líderes em frutos do mar. A decisão foi bem recebida por republicanos e pescadores, que acreditam que as regras anteriores prejudicavam as comunidades locais. No entanto, ambientalistas criticaram a medida, alertando que a pesca pode danificar a biodiversidade da região e que áreas protegidas ajudam na reprodução dos peixes, o que é importante para a pesca sustentável.
Trump libera pesca comercial em reserva marinha no Pacífico
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou a pesca comercial no Monumento Nacional Marinho do Patrimônio das Ilhas do Pacífico. A medida, anunciada na quinta-feira, 17, é a primeira em mais de dez anos que permite operações industriais na região.
A área de conservação, com 1,3 milhão de quilômetros quadrados, foi criada em 2009 e ampliada em 2014. Localizada a cerca de 1.200 quilômetros a oeste do Havaí, abriga espécies ameaçadas como tartarugas-marinhas e baleias.
Trump também determinou a revisão de regulamentações pesqueiras e solicitou análise de outras áreas protegidas. O objetivo, segundo o presidente, é tornar os EUA “o líder mundial dominante em frutos do mar”.
A decisão foi elogiada por republicanos e pescadores do Pacífico. Eles argumentam que as restrições anteriores prejudicavam as comunidades locais.
Ambientalistas criticam a medida
Organizações ambientalistas expressaram preocupação com o impacto da pesca na biodiversidade da região. O Centro para Diversidade Biológica classificou a ação como um “presente para as frotas de pesca industrial”.
Robert H. Richmond, ecologista marinho da Universidade do Havaí, defende que áreas protegidas beneficiam a pesca, pois garantem a reprodução eficiente dos peixes. A medida representa uma ameaça aos ecossistemas marinhos.
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