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Kerry Kennedy expressa dor após divulgação de autópsia de Robert F. Kennedy

Kerry Kennedy expressa dor após divulgação de fotos da autópsia de seu pai, Robert F. Kennedy, pelo governo Trump. Robert F. Kennedy Jr. pede total transparência nos registros.

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A divulgação de fotos da autópsia de Robert F. Kennedy, feita pelo governo Trump, causou tristeza na família do ex-procurador-geral dos EUA, assassinado em 1968. Kerry Kennedy, filha de RFK, disse que ver as imagens foi doloroso. Trump desclassificou arquivos sobre assassinatos históricos em um decreto de janeiro de 2025, buscando esclarecer teorias da conspiração. Kerry criticou a exposição das fotos, afirmando que isso torna difícil lembrar do pai. Tulsi Gabbard, Diretora de Inteligência Nacional, disse que se sente honrada em liderar a desclassificação de mais de 50 mil páginas de documentos do FBI e da CIA. Robert F. Kennedy Jr., filho de RFK, pediu a divulgação total dos registros e questionou a versão oficial do assassinato, sugerindo a possibilidade de envolvimento da CIA. O FBI já concluiu que Sirhan Sirhan foi o único responsável pelo crime, apesar de teorias que falam de um segundo atirador. Kerry também criticou o governo Trump, lembrando que muitas outras pessoas enfrentam dificuldades.

Família Kennedy reage à divulgação de fotos da autópsia de Robert F. Kennedy

A divulgação de fotos da autópsia de Robert F. Kennedy, ordenada pelo ex-presidente Donald Trump, causou dor à família do ex-procurador-geral dos EUA, assassinado em 1968. A advogada Kerry Kennedy expressou o sofrimento ao ver as imagens publicadas.

Trump assinou um decreto em janeiro de 2025 para desclassificar arquivos sobre assassinatos históricos, incluindo os de John F. Kennedy, Robert F. Kennedy e Martin Luther King Jr. A medida visava esclarecer teorias da conspiração que cercam os crimes.

Kerry Kennedy critica a exposição das imagens

Em publicação na rede social X, Kerry Kennedy relatou que relembrar o pai será “difícil de uma maneira nova e inimaginável”. Ela lamentou a exposição de fotos gráficas do corpo mutilado de Robert F. Kennedy, retiradas do relatório de autópsia.

A Diretora de Inteligência Nacional (DNI), Tulsi Gabbard, afirmou que se sente “honrada” em liderar os esforços de desclassificação e revelar a verdade. De acordo com Gabbard, mais de 50 mil páginas serão divulgadas após buscas em depósitos do FBI e da CIA.

Robert F. Kennedy Jr. pede divulgação total dos registros

Robert F. Kennedy Jr., atual chefe do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, questiona a versão oficial sobre o assassinato do pai. Ele pressiona por divulgação completa dos registros, levantando a possibilidade de envolvimento da CIA no crime.

O filho de Kennedy reconheceu ao jornal *The Washington Post* que não esperava encontrar provas contundentes para sustentar a teoria da conspiração. Apesar disso, defendeu que o interesse público na divulgação completa supera o sofrimento familiar.

Investigação do FBI aponta Sirhan Sirhan como único autor

Uma revisão do FBI concluiu que Sirhan Sirhan, condenado pelo assassinato de Robert F. Kennedy em 1968, foi o único responsável pelo disparo fatal. Teóricos da conspiração sugerem a existência de um segundo atirador, mas o FBI refuta essa hipótese.

Kerry Kennedy criticou o governo Trump, lembrando que “inúmeros outros” cidadãos sofrem ainda mais. Ela mencionou migrantes deportados, funcionários demitidos e pessoas transgênero que temem por seus direitos.

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