O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará uma visita a Rondônia nesta quinta-feira, 20 de abril, após mais de dois anos de mandato sem ir a esse estado, assim como Tocantins e Acre. Durante sua passagem por Porto Velho, a capital de Rondônia, Lula se concentrará em apresentar projetos do governo. Na sexta-feira, ele seguirá para Paraupebas, no Pará. Essa série de viagens acontece em um momento em que sua popularidade está em queda, segundo pesquisas. O governo espera que essa comunicação direta com a população ajude a melhorar a imagem do presidente, que enfrenta críticas pela falta de informação sobre suas ações e por problemas como inflação e gastos públicos descontrolados. Lula acredita que a produção agrícola poderá ajudar a baixar os preços dos alimentos, mas especialistas dizem que isso pode levar tempo. Com poucos resultados para mostrar, o presidente planeja usar esses eventos para tentar reverter sua situação.
Lula visitará Rondônia e Pará em meio a queda de popularidade
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, visitará o estado de Rondônia nesta quinta-feira, 20 de abril, após quase dois anos e cinco meses de mandato. A ida marca o fim de uma espera, já que Rondônia, Tocantins e Acre não haviam recebido a visita do presidente durante o período atual.
A agenda do presidente em Porto Velho, capital de Rondônia, será focada em “entregas” de projetos da gestão federal. Em seguida, Lula seguirá para Paraupebas, no Pará, na sexta-feira, 21 de abril.
A intensificação das viagens nacionais de Lula ocorre em um momento de crescimento da impopularidade do presidente, conforme apontam as pesquisas de opinião. A estratégia do Planalto é aumentar a comunicação direta com a população, buscando divulgar as ações do governo.
Segundo fontes do governo, a insatisfação popular estaria relacionada à falta de informação sobre as iniciativas da administração federal. No entanto, analistas apontam que problemas como o descontrole nos gastos públicos e a inflação também contribuem para o cenário.
Lula tem defendido que a “supersafra” do agronegócio poderá ajudar a reduzir os preços dos alimentos, mas especialistas alertam que esse efeito pode demorar a ser sentido pela população. Com poucos resultados concretos a apresentar e o tempo se esgotando, o presidente pretende utilizar os eventos com plateias selecionadas e a presença de políticos locais para tentar melhorar sua imagem.
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