O Partido Liberal vai começar a exibir propagandas em maio para promover a participação das mulheres na política. As gravações, que começam no dia 19, vão destacar o PL Mulher, que é liderado por Michelle Bolsonaro. O objetivo é incentivar mais mulheres a se envolverem na política e atrair novas filiadas. As gravações já contam com a presença de deputadas e vereadoras. Michelle Bolsonaro deve aparecer em um dos vídeos. Desde que assumiu o PL Mulher em 2023, ela tem trabalhado para fortalecer as candidaturas femininas e visitado várias regiões do Brasil. O partido também quer cumprir a cota de gênero, que exige que pelo menos 30% dos candidatos sejam mulheres e que 30% dos recursos do Fundo Eleitoral sejam destinados a elas. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, comentou que é difícil encontrar mulheres com potencial de voto para preencher essa cota. O partido aposta na popularidade de Michelle, que pode ter chances em uma futura eleição presidencial, especialmente se Jair Bolsonaro não puder concorrer.
O Partido Liberal (PL) inicia, em maio, uma série de inserções de propaganda partidária com foco na participação feminina na política. As gravações, com início previsto para 19 de maio, destacarão o PL Mulher, liderado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
A propaganda visa incentivar a participação de mulheres na política e atrair novas filiações. Dirigentes do partido informam que as gravações já contam com a participação de deputadas, vereadoras e suplentes. A expectativa é que Michelle Bolsonaro participe de um dos vídeos antes da veiculação nas mídias.
Desde que assumiu o comando do PL Mulher, em 2023, Michelle Bolsonaro tem se dedicado a fortalecer candidaturas femininas. A ex-primeira-dama realizou visitas a diversas regiões do país e intensificou a atuação da ala nas eleições municipais de 2024.
O cumprimento da cota de gênero é uma prioridade para o PL. A legislação eleitoral exige que os partidos tenham, no mínimo, 30% de candidatas mulheres nas eleições proporcionais, com a destinação de 30% dos recursos do Fundo Eleitoral para essas candidaturas.
Em entrevista, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, destacou a dificuldade em preencher a cota com candidaturas qualificadas. “Falta candidatura de mulheres que tenham voto qualificado”, afirmou o presidente.
O PL aposta no protagonismo de Michelle Bolsonaro, que apresenta alta popularidade e potencial eleitoral, conforme pesquisas recentes. Uma sondagem Futura Inteligência, de 26 de março, aponta que ela poderia disputar um segundo turno presidencial em 2026, caso Jair Bolsonaro seja considerado inelegível.
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