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Representantes pedem a Vance que rejeite reforma da Smithsonian após ordem de Trump

Quatro membros da Câmara dos Representantes dos EUA enviaram uma carta ao Vice-Presidente J.D. Vance, solicitando que ele rejeite uma ordem do ex-presidente Donald Trump. Essa ordem, intitulada “Restaurando a Verdade e a Sanidade na História Americana”, visa eliminar conteúdos considerados “divisivos” e “anti-americanos” das exposições do Smithsonian Institution, além de restaurar monumentos removidos desde 2020. Os parlamentares expressaram preocupação com o futuro do Smithsonian, destacando a importância da curadoria independente que tornou a instituição uma referência mundial. Eles enfatizaram que a interferência política pode comprometer a credibilidade dos museus e instituições culturais. A carta foi assinada por Joseph Morelle (Nova York), Terri Sewell (Alabama), Norma Torres (Califórnia) e Julie Johnson (Texas), todos membros do Comitê de Administração da Câmara, que supervisiona o Smithsonian. A instituição, criada pelo Congresso em mil oitocentos e quarenta e seis, é financiada em grande parte por verbas federais e possui um orçamento anual superior a R$ 1 bilhão. A nova ordem confere a Vance, que também faz parte do conselho de regentes do Smithsonian, a autoridade para decidir o que é considerado “impróprio”. A medida gerou críticas de profissionais de arte e historiadores, que temem que a visão de um único indivíduo molde o futuro da instituição. A assessoria de Vance defendeu a ordem, afirmando que ela visa restaurar o patriotismo na história americana.

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Quatro membros da Câmara dos Representantes dos EUA pediram ao Vice-Presidente J.D. Vance que não aceite uma ordem de Donald Trump que quer remover conteúdos considerados “divisivos” do Smithsonian Institution. A ordem, chamada “Restaurando a Verdade e a Sanidade à História Americana”, foi emitida em março e busca eliminar exposições que Trump considera “anti-americanas” e restaurar monumentos que foram removidos desde 2020. Os congressistas destacaram a importância da independência curatorial do Smithsonian, que é uma instituição federal com 21 museus e um orçamento anual de mais de 1 bilhão de dólares, financiado em grande parte por verbas do governo. A ordem de Trump recebeu críticas de historiadores e profissionais da arte, mas a equipe de Vance defendeu a medida, afirmando que ela visa promover o patriotismo e proteger os contribuintes de ideologias divisivas.

Quatro membros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pediram ao Vice-Presidente J.D. Vance que rejeite uma revisão do Smithsonian Institution, na última quinta-feira. A solicitação ocorre em resposta à ordem de Donald Trump, intitulada “Restaurando a Verdade e a Sanidade à História Americana”, emitida em 27 de março. O objetivo da ordem é eliminar conteúdos considerados “divisivos” e “anti-americanos” das exposições do Smithsonian e restaurar monumentos removidos de espaços públicos desde 2020.

A carta enfatiza os esforços bipartidários que levaram à criação do Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, do Museu de História das Mulheres Americanas e do Museu Nacional Latino-Americano. A independência curatorial é o principal diferencial de instituições culturais credíveis, segundo os autores da carta.

Os congressistas Joseph Morelle (Nova York), Terri Sewell (Alabama), Norma Torres (Califórnia) e Julie Johnson (Texas), membros do Comitê de Administração da Câmara, que supervisiona o Smithsonian, alertam para o risco de o museu ser moldado pela ideologia de um único indivíduo. A ordem executiva concede a Vance autoridade para determinar o conteúdo “impróprio” no Smithsonian, onde ele também atua como membro do conselho de regentes.

Fundado pelo Congresso em 1846, o Smithsonian é uma instituição federal que abriga 21 museus, 14 bibliotecas e centros de pesquisa, além do Zoológico Nacional. A instituição recebe 62% de seu orçamento anual, superior a 1 bilhão de dólares, por meio de dotações parlamentares, subsídios federais e contratos governamentais.

A ordem de Trump gerou críticas de profissionais da arte e historiadores, incluindo membros da Associação Americana de História. Taylor Van Kirk, secretária de imprensa de Vance, defendeu a medida, afirmando que Trump está restaurando o patriotismo e o orgulho na história americana, protegendo os contribuintes de ideologias divisivas.

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