James Morgan, um ex-estudante de química de Wisconsin, se declarou culpado de ter materiais para fazer armas químicas e pode enfrentar prisão perpétua. A audiência de sentença dele está marcada para 1º de agosto. Morgan já tinha sido condenado a dois anos de prisão por ter bombas caseiras e estava sendo investigado desde 2019 por postagens ameaçadoras e discursos racistas e antigovernamentais nas redes sociais. Ele usava o nome Karactus Blome e falava sobre formar uma milícia e fazer experimentos com substâncias perigosas. O FBI encontrou bombas caseiras, ácido sulfúrico, ácido clorídrico e armas de fogo em sua casa. A defesa de Morgan disse que ele é um alcoólatra em recuperação e que suas palavras não refletem suas ações, além de afirmar que ele cooperou com as investigações. Durante o interrogatório, Morgan disse que ele e seu pai fizeram as bombas para se proteger de ativistas do movimento Black Lives Matter e do grupo antifa. A investigação ainda está em andamento.
Ex-estudante de química se declara culpado de posse de materiais para armas químicas nos EUA. James Morgan, de Wisconsin, admitiu a posse de substâncias para produção de produtos químicos tóxicos, podendo pegar prisão perpétua. A audiência de sentença está marcada para 1º de agosto.
Morgan já havia sido condenado a dois anos de prisão por posse de bombas caseiras. As autoridades federais investigavam o ex-aluno de química desde 2019, após denúncias sobre ameaças e postagens online.
O réu, que utilizava o pseudônimo Karactus Blome, expressava em redes sociais como Facebook, Instagram e Gab, discursos racistas e antigovernamentais. Ele chegou a detalhar a criação de dispositivos para atacar grupos políticos.
De acordo com documentos judiciais, Morgan estudou química na Universidade de Wisconsin-Whitewater em 2022 e 2023. Em suas postagens, o acusado mencionava a intenção de formar uma milícia e conduzia experimentos com substâncias letais.
Agentes do Federal Bureau of Investigation (FBI) encontraram, em buscas na casa e em depósitos de Morgan, bombas caseiras com pregos, além de ácido sulfúrico, ácido clorídrico e outros produtos químicos. Ele também possuía armas de fogo.
A defesa de Morgan o descreveu como um alcoólatra em recuperação, alegando que suas palavras não correspondiam às ações. Os advogados argumentaram que ele não cometeu atos violentos e cooperou com as investigações.
Durante interrogatório, Morgan afirmou que ele e seu pai fabricaram as bombas para se protegerem de ativistas do movimento Black Lives Matter e do grupo antifascista antifa. O caso continua sob investigação das autoridades.
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