JD Vance, que é o vice-presidente dos EUA desde janeiro, tem mostrado uma forte lealdade a Donald Trump e adotado uma postura agressiva em suas críticas a aliados, como o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky. Ele também defende a ideia de que os EUA devem reivindicar a Groenlândia. Vance se destaca por não evitar a exposição pública e por promover a visão de “America First”. Historiadores o descrevem como um defensor infalível de Trump, especialmente em questões de imigração e liberdade de expressão. Ele já se envolveu em decisões importantes, como no caso de ataques aéreos no Iémen, e está considerando se candidatar à presidência em 2028, após conversar com Trump sobre a possibilidade de um terceiro mandato.
Vance se destaca como vice-presidente de Trump com ataques a aliados e defesa de pautas radicais
JD Vance, vice-presidente dos EUA desde janeiro, tem adotado uma postura agressiva e leal a Donald Trump. Ele se diferencia de seus antecessores por não evitar exposição e por impulsionar uma visão global de “America First”.
Em fevereiro, imagens de Vance criticando o presidente ucraniano Volodimir Zelensky no Salão Oval da Casa Branca ganharam repercussão mundial. O ex-Marine também foi enviado a Groenlândia para apoiar as reivindicações territoriais de Trump sobre o território autônomo administrado pela Dinamarca.
Lealdade e críticas a governos europeus marcam atuação de Vance
Historiadores políticos descrevem Vance como “infalivelmente leal” e um “cão de guarda” de Trump. Suas críticas a governos europeus sobre imigração e liberdade de expressão são consideradas significativas em relação a outros vice-presidentes.
Vance, que já criticou Trump no passado, transformou-se em um defensor ferrenho do lema “Make America Great Again” (MAGA). Na Conferência de Segurança de Munique, ele alertou sobre um “novo xerife na cidade”, demonstrando sua postura confrontacional.
Envolvimento em decisões sensíveis e ambições eleitorais
O vice-presidente esteve envolvido em decisões importantes da administração, como o escândalo “Signalgate”, sobre ataques aéreos no Iêmen, onde se opôs à ação militar. Ele também defende a ideia de que os EUA devem tomar a Groenlândia para garantir a segurança do Ártico.
Vance considera a possibilidade de se candidatar à presidência em 2028, após consultar Trump. O próprio Trump insinuou que existem meios de desafiar a Constituição e buscar um terceiro mandato.
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