O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou que o Departamento de Estado passará por uma reestruturação que resultará no fechamento de 132 escritórios e na demissão de cerca de 700 funcionários em Washington. Essa mudança afetará áreas como crimes de guerra e migração, com o objetivo de reduzir custos e burocracia, além de alinhar o departamento aos interesses dos Estados Unidos. Entre os escritórios que serão fechados está o de Justiça Criminal Global, que lida com políticas sobre crimes de guerra e genocídio, e o que trata de refugiados e migração, cujas funções serão transferidas para outras áreas. As embaixadas e consulados no exterior não serão afetados. A implementação das mudanças deve ocorrer até 1º de julho, com planos a serem elaborados pelos subsecretários do departamento. A senadora Jeanne Shaheen criticou a proposta, chamando-a de uma campanha de cortes no governo federal, enquanto a porta-voz do Departamento de Estado negou que o Departamento de Eficiência do Governo, ligado a Elon Musk, tenha influenciado a decisão.
Departamento de Estado dos EUA passará por reestruturação com cortes de cargos e escritórios
O Secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou um plano de reestruturação do Departamento de Estado que prevê o fim de 132 escritórios domésticos e a eliminação de cerca de 700 postos de trabalho em Washington. A medida impactará áreas como crimes de guerra e migração, com foco em alinhar a estrutura do departamento aos interesses nacionais dos EUA.
A reestruturação visa reduzir a burocracia e o custo do departamento, que, segundo Rubio, aumentaram significativamente nos últimos 15 anos. O objetivo é empoderar diplomatas e priorizar os interesses americanos, conforme postou o secretário na rede social X.
Entre os escritórios a serem extintos está o de Justiça Criminal Global, responsável por definir políticas de resposta a crimes de guerra e genocídio. As mudanças também afetam o escritório que lida com refugiados e migração, com funções sendo realocadas para outras áreas.
A proposta não afeta embaixadas e consulados americanos no exterior, concentrando-se inicialmente nos escritórios domésticos. A implementação das mudanças deve ocorrer até 1º de julho, com planos detalhados a serem desenvolvidos pelos subsecretários do departamento.
A senadora Jeanne Shaheen, democrata e membro da comissão de relações exteriores do Senado, criticou a iniciativa, descrevendo-a como uma campanha de “corte e queima” no governo federal e prometeu analisar os planos com rigor. A porta-voz do Departamento de Estado, Tammy Bruce, negou a influência do Departamento de Eficiência do Governo (Doge), ligado a Elon Musk, na proposta.
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