Um policial militar de São Paulo foi acusado de jogar um homem de 25 anos de uma ponte. O Tribunal de Justiça aceitou a denúncia e tornou o policial réu por tentativa de homicídio. Ele foi filmado durante a abordagem, onde aparece lançando a vítima da ponte na Vila Clara. Apesar de ser réu, o policial foi liberado para responder ao processo em liberdade, mas não pode trabalhar e deve manter uma distância de 300 metros da vítima. As investigações da Corregedoria da PM e da Polícia Civil confirmaram que ele cometeu tentativa de homicídio.
Policial militar é tornado réu por tentativa de homicídio em São Paulo
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu o policial militar Luan Felipe Alves Pereira, acusado de jogar um homem de 25 anos de uma ponte na região Sul da capital paulista no ano passado. O soldado responderá por tentativa de homicídio.
Imagens registradas por uma testemunha flagraram o momento da abordagem policial. O vídeo mostra o soldado erguendo e lançando o rapaz de uma ponte na Vila Clara. A ação gerou repercussão e iniciou investigações tanto da Corregedoria da Polícia Militar (PM) quanto da Polícia Civil.
Habeas corpus garante liberdade do policial com restrições
A 13ª Câmara de Direito Criminal do TJSP concedeu um *habeas corpus* no dia 10, permitindo que o soldado responda ao processo em liberdade. A decisão se baseou na alegação de que a prisão preventiva configuraria uma “antecipação de pena”, conforme informações da TV Globo.
Apesar da liberdade, o policial está proibido de exercer funções públicas e deve manter uma distância mínima de 300 metros da vítima. As restrições visam garantir a segurança da vítima e a integridade do processo judicial.
Investigações apontam para crime de tentativa de homicídio
O Inquérito Policial-Militar (IPM), conduzido pela Corregedoria da PM, foi concluído em dezembro. Já o inquérito da Polícia Civil finalizado no dia 14, ambos apontaram para a prática do crime de tentativa de homicídio pelo policial ao jogar a vítima da ponte. O soldado foi indiciado nos dois inquéritos.
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