O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, criticou o Hamas em um discurso, pedindo a liberação de reféns israelenses e o desarmamento do grupo. Ele chamou os membros do Hamas de “filhos dos cães” e disse que a prioridade deve ser acabar com a guerra em Gaza, que já causou muitas mortes. Abbas afirmou que a situação em Gaza é insustentável e acusou o Hamas de usar desculpas para os ataques israelenses. Ele pediu que o grupo entregasse o controle da Faixa de Gaza à Autoridade Palestina e se tornasse um partido político. Além disso, sugeriu uma trégua de cinco a sete anos, mediada por Qatar e Egito. Essa mudança na postura de Abbas em relação ao Hamas é significativa, já que o grupo controla Gaza desde 2007. O Hamas respondeu rejeitando as críticas e questionando a competência de Abbas. A guerra entre Israel e Hamas se intensificou desde o ataque de 7 de outubro de 2023, resultando em uma grave crise humanitária em Gaza, com o bloqueio israelense agravando a situação e a ONU alertando sobre a falta de suprimentos essenciais. A comunidade internacional pediu o fim do bloqueio e a restauração da ajuda humanitária.
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, fez duras críticas ao Hamas em um discurso na quarta-feira, exigindo a liberação dos reféns israelenses e o desarmamento do grupo. Abbas descreveu os membros do Hamas como “filhos dos cães” e afirmou que a prioridade deve ser encerrar a guerra em Gaza, que já causou milhares de mortes.
Abbas destacou que a situação em Gaza é insustentável e que o Hamas tem dado “desculpas” para os ataques israelenses. Ele pediu que o grupo entregasse o controle da Faixa de Gaza à Autoridade Palestina e se transformasse em um partido político. O presidente também mencionou a necessidade de um cessar-fogo duradouro, propondo uma trégua de cinco a sete anos mediada por Qatar e Egito.
As declarações de Abbas marcam uma mudança significativa em sua postura em relação ao Hamas, que controla Gaza desde 2007. Ele acusou o grupo de causar “danos severos” à causa palestina e pediu a unificação das facções políticas sob a liderança da Organização para a Libertação da Palestina (OLP). O Hamas, por sua vez, rejeitou as críticas de Abbas e questionou sua competência, afirmando que ele tenta desviar a responsabilidade pelos crimes israelenses.
A guerra entre Israel e Hamas se intensificou desde o ataque de 7 de outubro de 2023, resultando em uma grave crise humanitária em Gaza. O bloqueio israelense tem exacerbado a situação, com a ONU alertando sobre a falta de suprimentos essenciais. A comunidade internacional, incluindo os ministros das Relações Exteriores do Reino Unido, França e Alemanha, pediu o fim do bloqueio e a restauração do fluxo de ajuda humanitária.
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