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Rev. Robert Turner caminha 43 milhas por reparações e apoia Museu da História Afro-Americana

Rev. Robert Turner caminha 43 milhas até o Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, pedindo reparações e apoio à preservação da história negra.

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O reverendo Robert Turner caminhou 43 quilômetros de Baltimore a Washington, D.C., para protestar por reparações pela escravidão. Ele parou no Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, onde homenageou a instituição e incentivou as igrejas negras a se tornarem associadas. Turner colocou uma coroa de flores na entrada do museu, que tem sido criticado pelo ex-presidente Donald Trump, que afirmou que suas exposições distorcem a história americana. A igreja de Turner, Empowerment Temple, decidiu se tornar membro do museu, e outras congregações, como a Trinity United Church of Christ, também estão apoiando a causa. O reverendo Otis Moss III destacou a importância de preservar a história negra, enquanto a reverenda Jacqui J. Lewis fez uma doação de 1.000 dólares. O museu passou por mudanças em sua liderança, e a ordem executiva de Trump, que busca mudar a narrativa histórica, gerou críticas de democratas. Turner, que já protestou em Tulsa, Oklahoma, enfatizou a importância de ensinar a verdadeira história americana e destacou o papel do museu na preservação da história afro-americana.

Ativista caminha 43 km em protesto por reparações e apoio a museu afro-americano

O reverendo Robert Turner realizou uma caminhada de 43 quilômetros de Baltimore a Washington, D.C., em protesto por reparações pela escravidão e suas consequências. A ação, que se repete mensalmente, incluiu uma parada no Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, em homenagem à instituição e incentivando membros de igrejas negras a se tornarem associados.

Turner depositou uma coroa de flores na entrada do museu, demonstrando solidariedade à sua missão, que tem sido alvo de críticas do ex-presidente Donald Trump. Em março, Trump emitiu uma ordem executiva alegando que exposições do museu distorciam a história americana com uma “ideologia racial divisiva”.

Igrejas negras intensificam apoio ao museu

O pastor Turner relatou que sua igreja, Empowerment Temple African Methodist Episcopal Church, se comprometeu a se tornar membro do museu e incentivou seus fiéis a fazerem o mesmo. A adesão custa a partir de 25 dólares por ano. A iniciativa se espalhou para outras congregações negras, como a Trinity United Church of Christ, em Chicago, que também incentivou seus membros a apoiar a instituição.

O reverendo Otis Moss III, da Trinity United Church of Christ, destacou a importância de proteger a história negra, afirmando que, por apenas 25 dólares por ano, é possível contribuir para essa causa. Outros líderes religiosos, como a reverenda Jacqui J. Lewis, da Middle Church em Nova York, também manifestaram apoio, com uma doação de 1.000 dólares.

Liderança do museu passa por mudanças e ordem de Trump gera críticas

O Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana passou por mudanças recentes em sua liderança, com Shanita Beckett assumindo a direção interina após a saída de Kevin Young. A ordem executiva de Trump, que busca alterar a narrativa histórica, gerou críticas de democratas no Comitê de Administração da Câmara dos Deputados.

Em uma carta ao vice-presidente JD Vance, os representantes Joseph Morelle, Terri Sewell e Norma Torres expressaram preocupação com a tentativa de “apagar a história negra”, classificando-a como “covarde e antriótica”. A ordem de Trump não mencionou cortes no orçamento, mas designou Vance para liderar a remoção de “ideologia inadequada” das instituições Smithsonian.

Ativista defende ensino da história e destaca importância do museu

Turner, que já realizou protestos semelhantes em Tulsa, Oklahoma, por reparações pelo massacre racial de 1921, ressaltou a importância de ensinar a verdadeira história americana. Ele relatou que, durante sua chegada em frente à Casa Branca, uma criança perguntou sobre o significado de “reparações”, evidenciando a necessidade de abordar o tema em sala de aula.

O ativista enfatizou que o museu desempenha um papel crucial na preservação e divulgação da história afro-americana, incluindo os desafios enfrentados pela comunidade negra e suas contribuições para a sociedade.

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