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Silvio Almeida nega acusações de assédio e critica ONG Me Too Brasil em depoimento

Silvio Almeida, ex-ministro dos Direitos Humanos, nega acusações de assédio e critica ONG Me Too Brasil em depoimento à Polícia Federal.

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Silvio Almeida, ex-ministro dos Direitos Humanos, prestou depoimento à Polícia Federal em fevereiro de 2025, onde expressou estar chocado e indignado com as acusações de assédio sexual que levaram à sua demissão em setembro de 2024. Ele negou as acusações, chamando-as de absurdas e criticou a ONG Me Too Brasil por não checar os fatos antes de torná-las públicas. Almeida se defendeu, especialmente em relação a Anielle Franco, uma das vítimas, afirmando que não teve comportamentos inadequados com ela. Ele também alegou que a ONG desrespeitou a polícia ao divulgar as denúncias e insinuou que estava sendo alvo de pressões políticas, mencionando que tentaram “matá-lo”. As acusações incluem comportamentos como sussurros e toques inadequados durante reuniões.

O ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, prestou depoimento à Polícia Federal em fevereiro de 2025, onde se disse chocado e indignado com as acusações de assédio sexual que resultaram em sua demissão em setembro de 2024. Almeida afirmou que está sendo chamado de estuprador e considerou as denúncias um absurdo.

Durante o depoimento, que durou duas horas, Almeida criticou a ONG Me Too Brasil por não verificar os fatos antes de divulgar as denúncias. Ele negou ter tido comportamentos inadequados com Anielle Franco, uma das vítimas mencionadas nas acusações. Almeida afirmou que a ONG desrespeitou a autoridade policial ao fazer declarações públicas sobre os casos.

As acusações contra Almeida foram inicialmente divulgadas por jornalistas em setembro de 2024. A Me Too Brasil, com a autorização das vítimas, confirmou as denúncias à imprensa. O ex-ministro, em suas declarações, acusou a ONG de tentar diminuir sua existência e de interferir em questões do governo, como a licitação do disque 100, um serviço para denúncias de direitos humanos.

Almeida também se manifestou nas redes sociais, afirmando que está sendo alvo de pressões políticas e que “tentaram me matar”. Ele se referiu a Anielle Franco, dizendo que ela se perdeu em um personagem e negou ter feito comentários inapropriados durante encontros com ela. As acusações incluem comportamentos como sussurros e toques inadequados durante reuniões.

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