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Desinformação cresce nas redes sociais canadenses com proximidade das eleições

Mark Carney enfrenta polêmica após fotos com Ghislaine Maxwell viralizarem, enquanto desinformação cresce nas redes sociais canadenses.

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Mark Carney, o primeiro-ministro do Canadá, está enfrentando uma onda de desinformação após fotos suas com Ghislaine Maxwell, ex-associada de Jeffrey Epstein, serem compartilhadas em uma página de direita no Facebook. As imagens, que são antigas, foram usadas para acusá-lo de ter ligações com tráfico sexual, mas sua equipe disse que a interação foi breve e não há provas de proximidade. A página chamada Canada Proud, que tem mais de 620 mil seguidores, amplificou essas acusações e, com a proibição de notícias no Facebook e Instagram no Canadá, a desinformação se espalhou ainda mais. Essa proibição, que começou em 2023, deixou muitos canadenses vulneráveis a informações falsas, já que apenas um em cada cinco sabe sobre a restrição. Desde o início do ano, a Canada Proud teve cerca de nove milhões de interações e seus vídeos foram vistos quase 60 milhões de vezes. A página distorce frequentemente informações de veículos de imprensa, criando narrativas enganosas, como a afirmação de que Carney suspendeu sua campanha por conexões com a China, sem base nas reportagens. Fundada por Jeff Ballingall, um agente político conservador, a Canada Proud se tornou uma ferramenta poderosa contra o Partido Liberal e Carney, investindo mais de R$ 250 mil em anúncios nas redes sociais desde janeiro.

Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, enfrenta uma onda de desinformação após imagens suas com Ghislaine Maxwell, ex-associada de Jeffrey Epstein, circularem em uma página de direita no Facebook. As fotos, que datam de mais de uma década, foram usadas para acusá-lo de ter conexões com tráfico sexual. A equipe de Carney afirmou que a interação foi breve e não há evidências de proximidade entre eles.

A página Canada Proud, com mais de 620 mil seguidores, amplificou as acusações, publicando conteúdos que insinuam que Carney conviveu com traficantes sexuais. Esse tipo de desinformação se intensificou no contexto da proibição de notícias no Facebook e Instagram no Canadá, que começou em 2023 devido a uma nova legislação que exige pagamento por conteúdo jornalístico.

A proibição deixou os canadenses mais suscetíveis a informações enganosas, enquanto páginas como o Canada Proud ganham destaque. Pesquisas indicam que apenas um em cada cinco canadenses está ciente da proibição de notícias, o que contribui para um ambiente de desinformação crescente. A Meta, empresa controladora do Facebook, justificou a decisão como uma medida necessária para cumprir a lei.

Desde o início do ano, o Canada Proud gerou cerca de nove milhões de engajamentos e seus vídeos foram visualizados quase 60 milhões de vezes. A página frequentemente distorce informações de veículos de imprensa tradicionais, criando narrativas enganosas. Um exemplo inclui uma alegação de que Carney suspendeu sua campanha devido a “conexões com a China”, sem respaldo nas reportagens citadas.

O Canada Proud, fundado por Jeff Ballingall, um agente político conservador, se tornou uma ferramenta poderosa contra o Partido Liberal e Carney. O grupo investiu mais de R$ 250 mil em anúncios nas redes sociais desde janeiro, tornando-se um dos principais compradores de publicidade no Canadá. A influência dessa página na política canadense é crescente, enquanto a desinformação continua a se espalhar nas plataformas digitais.

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