A soldada Mayara Kelly Melo Mota da Polícia Militar do Ceará foi punida por postar vídeos nas redes sociais sobre seu trabalho. A punição consiste em dois dias de permanência no quartel, sem poder voltar para casa. A defesa de Mayara diz que os vídeos são educativos e não desrespeitam a corporação. Nos vídeos, ela aparece lavando uma viatura e mostrando como usar um torniquete. O advogado dela, Francisco Sabino Sá, afirmou que as postagens valorizam o trabalho das mulheres na polícia. A Polícia Militar justificou a punição dizendo que é importante manter a disciplina e que o uso do fardamento e a exposição de viaturas nas redes sociais precisam de autorização. A defesa contestou a decisão, argumentando que não foram divulgadas informações sigilosas e que a punição é um excesso. O advogado também mencionou que outros policiais homens fazem conteúdos semelhantes sem serem punidos, o que seria injusto. A decisão pode ser contestada em recurso.
A Polícia Militar do Ceará confirmou a punição da soldada Mayara Kelly Melo Mota por publicar vídeos nas redes sociais sobre suas atividades. A penalização consiste em dois dias de permanência no quartel, sem retorno para casa. A defesa da soldada argumenta que os vídeos têm caráter educativo e não desrespeitam a corporação.
Os vídeos mostram Mayara, fardada, lavando uma viatura e demonstrando o uso de um torniquete, ferramenta para controle de sangramentos. O advogado Francisco Sabino Sá, que representa a soldada, afirmou que as postagens exaltam o trabalho das mulheres na polícia e não configuram desrespeito à instituição. Ele destacou que a intenção era informar e educar o público.
A Polícia Militar justificou a punição com base na necessidade de manter a disciplina e o decoro da atividade militar. Segundo a corporação, o uso do fardamento e a exposição de viaturas em redes sociais requerem autorização prévia. A defesa de Mayara contestou a decisão, alegando que não houve divulgação de informações sigilosas e que a punição representa um excesso de rigor.
Além disso, o advogado mencionou que outros policiais homens têm produzido conteúdos semelhantes sem sofrer penalizações, o que caracteriza uma quebra do princípio da isonomia. A decisão ainda pode ser contestada em recurso.
Entre na conversa da comunidade