Após a morte do Papa Francisco, líderes e ativistas comentam sobre seu legado, especialmente em relação à comunidade LGBTQ+. Durante seu tempo como papa, ele seguiu a doutrina da Igreja Católica, que não aceita o casamento entre pessoas do mesmo sexo e considera relações homossexuais como erradas. No entanto, Francisco se destacou por sua abordagem acolhedora. A CEO da GLAAD, Sarah Kate Ellis, elogiou seu papel como um líder que promoveu inclusão e compaixão, mesmo sem mudanças nas regras da Igreja. Por outro lado, conservadores se opuseram a algumas de suas iniciativas, como a permissão para que sacerdotes abençoassem casais do mesmo sexo, o que gerou críticas, especialmente de bispos africanos. O sínodo de 2023, que discutiu o futuro da Igreja, incluiu questões LGBTQ+ na agenda, mas não mencionou o tema no resumo final, mostrando a influência dos conservadores. Francisco foi o primeiro papa a usar o termo “gay” e a se dirigir à comunidade LGBTQ+ de forma acolhedora, afirmando que todos são amados por Deus. Ele também criticou leis que criminalizam a homossexualidade, pedindo que bispos reconhecessem a dignidade de todos e aplicassem “ternura” em suas abordagens, o que foi bem recebido por ativistas.
Após a morte do Papa Francisco, líderes e ativistas refletem sobre seu legado, especialmente em relação à comunidade LGBTQ+. Durante seu papado, Francisco manteve a doutrina tradicional da Igreja Católica, que rejeita o casamento entre pessoas do mesmo sexo e condena relações homossexuais como “intrinsecamente desordenadas”. No entanto, ele se destacou por sua abordagem inclusiva.
Francisco, que faleceu na segunda-feira, foi reconhecido por sua tentativa de acolher a comunidade LGBTQ+, apesar da resistência de conservadores. Sarah Kate Ellis, CEO da GLAAD, afirmou que ele foi um líder transformador, promovendo inclusão e compaixão. A ativista destacou a importância de seu acolhimento, mesmo sem mudanças doutrinais significativas.
Conservadores, por outro lado, mostraram-se preocupados com as iniciativas de Francisco. Em 2023, ele permitiu que sacerdotes abençoassem casais do mesmo sexo, decisão que gerou reações negativas, especialmente entre bispos africanos que se opuseram à implementação dessa declaração. A resistência foi evidente em várias regiões, incluindo a Europa Oriental e a América Latina.
O legado misto de Francisco também se refletiu no sínodo de 2023, que abordou o futuro da Igreja. Embora o evento tenha incluído questões LGBTQ+ na agenda, o resumo final não mencionou o tema, evidenciando a influência dos conservadores. Durante o sínodo, o Papa se encontrou com representantes da New Ways Ministry, que defende os católicos LGBTQ+ nos Estados Unidos.
Francisco foi o primeiro papa a usar abertamente o termo “gay” e a se dirigir à comunidade LGBTQ+ com palavras de acolhimento. Sua mensagem de que “todos, todos, todos” são amados por Deus se tornou um marco em seu papado. Apesar de algumas decisões controversas, como a proibição de bênçãos a uniões do mesmo sexo em 2021, ele posteriormente reverteu essa posição, permitindo bênçãos em certas circunstâncias.
Em uma entrevista de 2023, Francisco criticou leis que criminalizam a homossexualidade, afirmando que “ser homossexual não é um crime”. Ele pediu que bispos reconhecessem a dignidade de todos, sugerindo que deveriam aplicar “ternura” em suas abordagens. Essa declaração foi recebida com entusiasmo por ativistas, que viram nela um passo importante para a inclusão.
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