O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, está sendo acusado de usar o aplicativo Signal para discutir operações militares, o que vai contra as regras do Pentágono. O coronel Ricky Buria, um de seus principais assessores, pediu uma exceção para que Hegseth pudesse continuar usando o aplicativo, o que gerou preocupações entre oficiais do Pentágono. Buria está se aposentando do Corpo de Fuzileiros e planeja se tornar conselheiro civil de Hegseth, possivelmente assumindo o cargo de chefe de gabinete. A solicitação de Buria levantou dúvidas, pois muitos acreditam que deveria ter vindo de um civil. O uso do Signal é restrito pelo Departamento de Defesa, que proíbe o acesso a informações não públicas. A situação se complicou quando foi revelado que Hegseth usava o aplicativo para discutir planos militares detalhados. O porta-voz do Pentágono afirmou que Hegseth nunca usou o Signal em seu computador oficial, mas não explicou a presença de outro computador em seu escritório com o aplicativo instalado. Buria, que já trabalhou com Hegseth e seu antecessor, está se tornando uma figura importante no círculo de Hegseth, mas sua transição para conselheiro civil é vista como incomum, especialmente em um momento em que Hegseth demitiu outros oficiais militares. A crescente influência de Buria levanta questões sobre sua experiência para o cargo de chefe de gabinete, já que especialistas duvidam de sua capacidade de lidar com a política necessária para essa função.
O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, enfrenta acusações de utilizar o aplicativo Signal para discutir operações militares sensíveis, em desacordo com a política do Pentágono. Recentemente, o coronel Ricky Buria, assessor próximo de Hegseth, solicitou uma exceção para que o secretário pudesse continuar usando o aplicativo, gerando preocupações entre oficiais do Pentágono sobre a adequação do pedido.
Buria, que está se aposentando do Corpo de Fuzileiros, pretende se tornar conselheiro civil de Hegseth e pode assumir o cargo de chefe de gabinete. A solicitação de Buria para o uso do Signal levantou dúvidas, especialmente por parte de oficiais que consideram que o pedido deveria ter vindo de um civil e não de um oficial em serviço. O uso do Signal é restrito pelo Departamento de Defesa, que proíbe o acesso a informações não públicas.
A situação se agravou após a revelação de que Hegseth usava o aplicativo para discutir planos militares detalhados. Em resposta, o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, afirmou que Hegseth nunca utilizou o Signal em seu computador governamental, mas não explicou a presença de outro computador em seu escritório com o aplicativo instalado.
Buria, que atuou como assistente militar de Hegseth e de seu antecessor, Lloyd Austin, está em uma trajetória ascendente dentro do círculo íntimo do secretário. Ele já participou de reuniões com líderes estrangeiros e tem acesso a dispositivos pessoais e governamentais de Hegseth. Sua transição de assistente militar para conselheiro civil é considerada incomum, especialmente em um contexto onde Hegseth tem demitido outros oficiais militares.
A crescente influência de Buria levanta questões sobre sua experiência para o cargo de chefe de gabinete. Especialistas do setor expressam dúvidas sobre sua capacidade de lidar com a dinâmica política necessária para a função, considerando que ele pode não ter a autoridade necessária para interagir com oficiais de alta patente. A situação continua a evoluir, à medida que Hegseth busca consolidar seu círculo de conselheiros em meio a preocupações sobre vazamentos de informações.
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