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Alunos de Yale pedem a Bessent que reconsidere apoio ao governo Trump e suas ações autoritárias

Ex-alunos da Yale pedem a Scott Bessent que reconsidere seu papel na administração Trump, citando ameaças à democracia e à Constituição.

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Scott Bessent, Secretário do Tesouro, está enfrentando críticas de 140 ex-alunos da Yale, que assinaram uma carta pedindo que ele repense sua posição na administração Trump. A carta, enviada na quarta-feira, menciona ações do governo que, segundo os signatários, ameaçam a democracia e os direitos constitucionais. Os ex-colegas de Bessent, da turma de 1984, afirmam que ele está ajudando a transformar os Estados Unidos em um estado autoritário e pedem que ele reflita sobre sua responsabilidade nesse processo. Bessent respondeu chamando a carta de “estranha e triste” e criticou os ex-colegas por não se envolverem diretamente na política. Ele defendeu seu trabalho, dizendo que é uma honra servir ao povo americano. A carta também cita ações da administração que os autores consideram inconstitucionais, como ataques à mídia e violações dos direitos de imigrantes. Catherine Teegarden, uma das organizadoras, comentou que muitos hesitaram em assinar por medo de represálias e espera que a carta faça Bessent reconsiderar seu papel.

O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, enfrenta críticas de 140 ex-alunos da Yale, que assinaram uma carta pedindo que ele reconsiderasse seu papel na administração Trump. O documento, datado de quarta-feira, destaca ações que, segundo os signatários, ameaçam a democracia e os direitos constitucionais.

Os ex-colegas de Bessent, da turma de mil novecentos e oitenta e quatro, afirmam que ele facilita a transformação dos Estados Unidos em um estado autoritário. A carta solicita que Bessent reflita sobre sua responsabilidade em permitir o que consideram um “deslizamento para o fascismo”. Os signatários incluem profissionais de diversas áreas, como advogados, CEOs e professores.

Bessent respondeu, chamando a carta de “estranha e triste”. Em declaração, ele criticou os ex-colegas por se manifestarem apenas por meio de uma carta, em vez de se envolverem no processo político. Ele defendeu sua posição na administração, afirmando que servir ao povo americano é uma honra.

A carta menciona ações da administração Trump que, segundo os autores, são inconstitucionais. Entre os exemplos estão ataques à mídia independente e a violação de direitos de imigrantes. Os signatários expressam preocupação com a erosão dos direitos constitucionais e a concentração de poder no Executivo.

Catherine Teegarden, uma das organizadoras da carta, disse que muitos colegas hesitaram em assinar por medo de represálias. Ela espera que a carta faça Bessent reconsiderar seu papel e se posicione contra as violações das normas constitucionais. A iniciativa visa amplificar vozes preocupadas com a direção do governo.

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