Edelvânia Wirganovicz, que foi condenada a quase 23 anos de prisão por homicídio e ocultação de cadáver do menino Bernardo Boldrini, foi encontrada morta na prisão em Porto Alegre, com suspeita de suicídio. Ela estava em regime semiaberto após ter sua prisão domiciliar revogada em fevereiro de 2025. A Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias vão investigar as circunstâncias da morte. Edelvânia admitiu ter cometido o crime e mostrou onde o corpo de Bernardo foi enterrado. O menino desapareceu em abril de 2014 e seu corpo foi encontrado dez dias depois. Em 2019, quatro pessoas foram condenadas pelo crime, incluindo o pai e a madrasta de Bernardo. O pai cumpre pena em regime semiaberto e teve seu registro profissional cassado em fevereiro de 2025, enquanto a madrasta foi condenada a mais de 34 anos de prisão. O irmão de Edelvânia também foi condenado, mas já cumpriu sua pena. O Ministério Público alegou que Edelvânia recebeu dinheiro para cometer o crime.
Edelvânia Wirganovicz, condenada a 22 anos e 10 meses por homicídio qualificado e ocultação de cadáver na morte de Bernardo Uglione Boldrini, foi encontrada morta na prisão em Porto Alegre, nesta terça-feira (22). O menino foi assassinado em abril de 2014, e Edelvânia era amiga da madrasta dele, Graciele Ugulini.
A mulher estava em regime semiaberto após a revogação da prisão domiciliar em fevereiro de 2025. A Polícia Penal informou que a suspeita é de suicídio. A Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias investigarão as circunstâncias da morte.
Edelvânia admitiu o crime e indicou o local onde o corpo de Bernardo foi enterrado. O menino desapareceu em 4 de abril de 2014, em Três Passos, no Noroeste do Rio Grande do Sul. Seu corpo foi encontrado dez dias depois, em Frederico Westphalen, em estado avançado de decomposição. O atestado de óbito indicou que a morte ocorreu de forma violenta.
Em 2019, um júri popular condenou quatro réus pelo crime, incluindo o pai de Bernardo, Leandro Boldrini, e a madrasta. Leandro Boldrini cumpre pena em regime semiaberto e teve seu registro profissional cassado em fevereiro de 2025. A madrasta foi condenada a 34 anos e 7 meses de prisão.
O irmão de Edelvânia, Evandro Wirganovicz, também foi condenado, mas já cumpriu sua pena. O Ministério Público alegou que Edelvânia recebeu R$ 6 mil para cometer o crime, além da promessa de ajuda financeira para a compra de um imóvel.
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