O governo de Donald Trump sofreu várias derrotas em tribunais recentemente, afetando suas políticas de imigração, eleições e diversidade. Juízes barraram ações do Departamento de Educação que tentavam limitar programas de diversidade, equidade e inclusão nas escolas. Em New Hampshire, um juiz suspendeu regras que proibiam práticas consideradas discriminatórias, e decisões semelhantes ocorreram em Maryland e Washington. Além disso, mudanças no sistema eleitoral que exigiam comprovação de cidadania para registro de eleitores foram bloqueadas, embora prazos mais rígidos para votação por correio tenham sido mantidos. A Justiça também decidiu a favor de um venezuelano deportado, permitindo seu retorno, e considerou inconstitucional a retenção de recursos federais para cidades que não cooperam com imigração. O governo recorreu à Suprema Corte para tentar reverter a decisão que permite a presença de pessoas transexuais nas Forças Armadas, após um juiz ter considerado a proibição discriminatória.
O governo Donald Trump enfrentou diversas derrotas judiciais entre quarta e quinta-feira, relacionadas a políticas de imigração, eleições e programas de diversidade. As decisões judiciais, que barraram ações do Departamento de Educação, indicam que as batalhas legais ainda estão longe do fim.
Os juízes impediram que o Departamento de Educação implementasse diretrizes contra programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI). Em New Hampshire, um juiz federal suspendeu diretrizes que exigiam que as escolas não adotassem práticas consideradas discriminatórias. Em Maryland e Washington, decisões semelhantes foram tomadas.
Além disso, a Justiça bloqueou mudanças no sistema eleitoral que exigiam comprovação de cidadania para registro de eleitores. Contudo, outras partes do decreto, como prazos mais rígidos para o voto por correio, foram autorizadas a seguir. A Justiça também ordenou a facilitação do retorno de um venezuelano deportado para El Salvador, apesar de um pedido de asilo pendente.
Desdobramentos adicionais incluem a proibição de retenção de recursos federais para cidades “santuário”, que limitam a cooperação com agentes de imigração. O juiz federal William Orrick, de San Francisco, considerou os decretos inconstitucionais.
Por fim, o governo recorreu à Suprema Corte para reverter decisões que bloquearam a proibição de pessoas transexuais nas Forças Armadas. O juiz federal Benjamin Settle já havia decidido a favor de militares transexuais, considerando a proibição discriminatória.
Entre na conversa da comunidade